Posted By on Fev 14, 2021

Estação Agronómica Nacional
– Oeiras

EMACO


Estação Agronómica Nacional
– Oeiras

Confinados que estamos, um passeio/exercício permite-se, para oxigenação física e mental. Venham, então, daí numa breve caminhada pela Estação Agronómica Nacional, em Oeiras, um pulmão/reduto que muito nos apraz percorrer… e onde mil ideias para outros tantos projectos nos são suscitados pela paisagem envolvente.

Um breve apontamento, apenas, das imensas potencialidades que este local nos desvenda e suscita.

Votos de boa saúde para todos.

13 Comments

  1. Obrigada por este passeio em tempos de confinamento.

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  2. Excelente

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    • Realmente adorável vinha verde o conceito do nosso interior dentro deste recinto mas com uma grande falha fui de carro e a sinalização interior é insuficiente para quem não conhece e complicado, falta de sinalização, para orientar quem não conhece, pensem nisso, mas quanto ao conteúdo perfeito 💯💯

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      • A ausência de sinalização prende-se, julgo eu, com o facto daquele ser um espaço privado e, até, vedado a circulação por estranhos… ainda que os portões estejam franqueados.

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  3. Excelente passeio pela Estação agronómica, agora que o Sol voltou, quer na reportagem fotográfica, quer neste fim de semana.
    Quanto às potencialidades de todo este espaço fabuloso, infelizmente a visão de quem o planeou há mais de 2 séculos, não passou para os genes dos actuais políticos, que não merecem tal herança e gastam o erário público em pseudo esculturas de gosto duvidoso (actual obra na rotunda da Av. da República), em vez de preservar o património e a manter a dignidade da fabulosa Quinta do Marquês.
    Deixá-la ao abandono e a degradar-se é criminoso e o(s) seu(s) responsável(eis) deveria(m) ser punido(s).
    Basta dessa cópia pretensiosa, falaciosa e pirosa que dá pelo nome de Oeiras Valley…reflexo de uma imitação bacoca e sem cultura, que bajula o que vem de fora e despreza as preciosidades internas.

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  4. Obrigada. As fotografias são recentes? Há animais?

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    • As fotografias são muito recentes. Há uma diversidade de fauna (doméstica – cavalos, ovelhas, cabras – e selvagem, neste caso, com predominância para as aves) que justifica a visita, se outros pontos de interesse não houvesse.

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  5. Muito agradecida pela disponibilidade do Jorge Castro que nos presenteou com um lote de fotografias muito elucidativas da beleza da estação agronómica. Estas ações são muito importantes e podiam ser repetidas com outros temas de interesse ilustrados com fotografias ou filmes nesta altura em que todos estamos condicionados pela pandemia. Obrigada a Emaco e ao Jorge Castro. Suzete Braga

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  6. Para quem acompanhou e usufruiu do passeio as imagens sabem a pouco mas o esforço compensa a maravilha,
    Parabéns por este excelente album !!!

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  7. Muitos parabéns pela visita guiada através das excelentes fotografias! Abraço

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    • Haverá problema se abusivamente “fizer minhas” as palavras de Margarida Farrajota?
      Não conseguiria exprimir-me melhor.
      Grande abraço e obrigada

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  8. Excelente passeio. Espaços verdes, espaços aquíferos, animais, uma diversidade interessante. Só tenho pena de não ter acompanhado o operador cinematográfico, assim sim teria um gozo completo e merecido.

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  9. Frequento o espaço desde dos 70 de sec. xx, por lá trabalhei durante as férias dos períodos escolares, na época colhia-se desde o melão até aos pimentos para análise laboratorial. As culturas das nossas antigas colónias também eram aqui analisadas. A Quinta do Estado como então era conhecida era então um enorme laboratório agrícola. Depois veio o declínio progressivo que agora, com a intervenção da CMO parece ter fim. O espaço arqutectónico, em degradação permanente poderá também agora ser interrompido.
    No entanto vejo com alguma preocupação a “invasão” que a “minha quinta” está a ser alvo, não de pessoas, mas de viaturas. Este espaço é para ser usufruído essencialmente a pé ao quanto muito de bicicleta. De qualquer forma fica um elogio á CMO pela recuperação que entende fazer. OeirasValey é que não por favor, Oeiras sempre vila.

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