Porque o devido reconhecimento do mérito de um dos nossos associados se reflecte em toda a Espaço e Memória e por isso nos congratulamos, deixamos a homenagem do município de São Brás de Alportel ao Professor José d’Encarnação:
«Na semana passada, o Professor José D’Encarnação foi homenageado como um dos filhos mais importantes da sua terra, São Brás de Alportel. Reconhecido como referência maior da cultura e do conhecimento, por ocasião da atribuição do título de Doutor Honoris Causa conferido pela Universidade do Algarve, o Município de São Brás de Alportel aprovou, em reunião de Câmara, a atribuição de um Voto de Louvor em reconhecimento pelo seu notável percurso académico, científico e cultural. Ao longo do seu percurso, manteve uma ligação próxima a São Brás de Alportel, contribuindo ativamente para a valorização da história e da identidade do concelho. Entre diversas iniciativas, assumiu a coordenação da Comissão das Comemorações do Centenário do Município, tendo igualmente publicado trabalhos dedicados à história local, entre os quais a obra Retalhos. Na proposta aprovada é destacado o contributo excecional de José d’Encarnação para o conhecimento, a investigação e a valorização do património histórico e cultural, bem como o prestígio que o seu percurso tem conferido ao concelho de São Brás de Alportel ao longo de décadas. Já anteriormente José d’Encarnação foi distinguido, em 2015, com a Insígnia de Mérito Municipal, reconhecimento pelo seu relevante contributo para a afirmação e projeção de São Brás de Alportel.»
Da autarquia de Cascais recebemos o convite que aqui partilhamos, também com prazer e orgulho, por esta justa homenagem ao nosso associado e Presidente da Mesa da Assembleia Geral, Guilherme Cardoso:
«Não são muitos os cascalenses que conhecem o difícil trilho pedestre de origem milenar que liga a aldeia da Biscaia ao Guincho Velho, a enseada encantada onde pescadores e piratas encontravam a serenidade das águas que lhes permitia desembarcarem em terras de Cascais… E menos ainda são aqueles que já sentiram, na dureza daquela subida difícil através das penedias, o aroma túrgido das estevas que se abrem literalmente perante o Sol inclemente do nosso estio.
Mas para mim, é precisamente nesse odor onírico que marca este recanto único da Nossa Terra que encontramos a memória felizmente bem viva do grande historiador, espeleólogo, poeta e arqueólogo Guilherme Cardoso que, há muitas décadas me apresentou com o desvelo que só os grandes professores têm, os segredos mais extraordinários de Cascais.
O Guilherme Cardoso é filho de Cascais. É, aliás, ele próprio Cascais de Alma e Coração, numa vida inteira de dedicação a esta terra. Espeleólogo de juventude, calcorreou os mais estreitos e acanhados túneis subterrâneos das nossas grutas. E à superfície, no topo dos rochedos virtualmente inacessíveis como o Espigão das Ruivas, ou em pleno coração de Talaíde ou de Quenena, foi ele quem vislumbrou os sinais que nos permitem conhecer e compreender os nossos mais ancestrais antepassados.
Por isso, é com muita emoção que tenho a honra de vos reencaminhar o convite da Junta de Freguesia de Alcabideche e da Câmara Municipal de Cascais para a cerimónia de inauguração da placa toponímica “Rotunda Doutor Guilherme Cardoso”, na Amoreira, que vai decorrer no próximo dia 10 de Julho, às 17h00, na Amoreira.
A justa homenagem, que reconhece o Guilherme Cardoso como uma referência incontornável da identidade e da memória de Cascais, é um contributo inestimável para que a Nossa Terra possa alicerçar o seu compromisso cultural no assumir das suas origens mais profundas, garantindo assim que teremos um futuro sólido, íntegro, pleno e pujante como todos os cascalenses merecem!
Na próxima Sexta-feira, dia 10, às 17h00, todos são bem vindos! Porque como a vida extraordinária do Guilherme Cardoso comprova, Cascais é mesmo o melhor lugar para se viver a vida inteira!
NOTA – As inscrições para este Curso encontram-se encerradas, pelo facto de as inscrições existentes completarem a dotação da sala.
A Espaço e Memória, em parceria com a Câmara Municipal de Oeiras, promove a realização de um Curso Livre sobre a história, o urbanismo e as realizações culturais que marcaram a imagem e o processo de criação da identidade de Paço de Arcos entre as origens do lugar e a modernidade iluminista portuária.
Ministrado por Joaquim Boiça (historiador), terá 4 sessões (entre julho e setembro), que decorrerão no espaço Bugi Club (Passeio Marítimo – Praia de Paço de Arcos), e 2 visitas orientadas (setembro e outubro).
PROGRAMA
SESSÕES Sessão 1 | 08 de julho | 18H00 – 20H00 As origens e o nome. A natureza e a identidade histórica do lugar
Sessão 2 | 22 de julho | 18H00 – 20H00 A aldeia e o porto antes do Terramoto de 1755 Sessão 3 | 02 de setembro | 18H00 – 20H00 Paço de Arcos na navegação, religiosidade e defesa estuarinas Sessão 4 | 23 de setembro | 18H00 – 20H00 Paço de Arcos Iluminista
VISITAS ORIENTADAS Visita 1 | 09 de setembro | 09h30 – 11H00 Casco histórico da urbe antiga e o Paço dos Arcos (conjunto senhorial e capela) Visita 2 | 07 de outubro | 09h30 – 11H00 Frente histórica ribeirinha (Forte da Giribita; chafariz pombalino; estrada real-estrada marginal; porto pombalino e conjunto monumental dos fornos da cal).
Local – Bugi Club (Passeio Marítimo – Praia de Paço de Arcos)
A Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras, dando continuidade às visitas ao interior do recinto do Forte e Farol do Bugio, iniciativa que realiza desde 2006, caracterizado e diferenciado pelo acompanhamento de historiadores especializados no monumento, na história dos faróis e no património militar do porto de Lisboa, tem previstas as seguintes visitas no presente ano:
Dia 20/06
Dia 11/07
Dia 25/07
Dia 08/08
O check in para os embarques acima indicados realizam-se de manhã, na marina de Oeiras, no edifício da Receção (Posto de Turismo), nos seguintes horários:
08:00h |embarque 8:30h [Turno 1 de visitas]
09:00h |embarque 9:30h [Turno 2 de visitas]
10:30h |embarque 11.00 [Turno 3 de visitas]
11:30h |embarque às 12h [Turno 4 de visitas]
O tempo estimado para a visita, incluindo embarque e desembarque é de cerca de 2 horas.
Dependendo das condições climáticas, do estado do mar e das manobras de atracagem, os horários acima mencionados podem sofrer alterações.
A visita tem o custo de 35€ por pessoa, de qualquer idade, não sendo permitida a menores de 6 anos. Não é recomendável a pessoas com mobilidade reduzida.
Este evento conta com a parceria, enquadramento e apoio das seguintes entidades:
– Direcção de Faróis – Autoridade Marítima Nacional;
– Câmara Municipal de Oeiras – Oeiras Viva E.M. – Marina de Oeiras – Estação Náutica de Oeiras;
No acto de inscrição deve assinalar o dia e o turno pretendidos; o número de pessoas a inscrever; nome, idade, e os respectivos contactos de telefone e email (no caso de inscrição de grupos deve ser indicado o contacto do responsável).
Após a recepção da inscrição, receberá um email a informar a data e hora da visita (pode ser diferente da sua escolha caso seja entretanto atingido o limite de visitantes por embarque em cada turno) e os dados para pagamento.
As inscrições são tratadas por ordem de chegada dos emails e só ficam confirmadas com o pagamento,
Com a Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras, não fazemos apenas a visita ao Bugio. Contamos a sua história (1590-2026), as suas vivências e funções, a sua importância patrimonial e artística e a sua contextualização na defesa e navegação da barra do Tejo e do porto de Lisboa.
Algumas imagens desta iniciativa que temos vindo a publicar nas redes sociais:
Uma excelente reportagem fotográfica do visitante Paulo Valdivieso:
No seguimento da nossa Exposição 25 de Abril ’74 | 52 Anos, patente na nossa sede até 24 de Maio,teremos, no sábado, dia 23 de Maio, a partir das 16 horas, uma sessão integrada nos Temas e Debates na Casa da Malta, desta vez subordinada ao tema «Liberdade».
Contaremos com as presenças de Eugénio Ruivo (preso político), José Carlos Nascimento (fotógrafo) e Mário Simões Teles (militar de Abril).
A sessão contará, ainda, para o seu enquadramento e moderação, com Joaquim Boiça e Jorge Castro.
A entrada é, evidentemente, livre e a sua presença, não sendo obrigatória, é fundamental para o sucesso desta iniciativa, tanto mais porque esperamos um vivo e participado debate.
«Mosaico» da sessão, da autoria de António Martins:
2026-07-24 - No âmbito das celebrações do Dia da Arqueologia em Portugal, a Câmara Municipal de Cascais apresenta o livro "A Presença Romana em Cascais: Um Território da Lusitânia Ocidental", uma obra da autoria de Guilherme Cardoso e José d’Encarnação, que revela a relevância histórica e arqueológica do concelho no contexto da antiga Lusitânia.
Esta iniciativa terá lugar a 24 de julho de 2026, pelas 18h, no Centro de Interpretação do Espaço Rural instalado no Casal Saloio de Outeiro de Polima, no Largo do Chafariz, em Outeiro de Polima.
Resultado de décadas de investigação e estudo do património local, esta publicação conduz o leitor numa viagem desde os tempos proto-históricos até ao período tardo-romano e visigodo, dando a conhecer as "villae", os modos de vida, as atividades económicas, as práticas religiosas e funerárias e a integração deste território no mundo romano.
Através de uma abordagem rigorosa e acessível, enriquecida com fotografias e ilustrações, o livro destaca a riqueza arqueológica de Cascais e sensibiliza para a sua preservação. Mais do que uma obra de referência, é um convite à descoberta de um legado que continua presente na identidade e na paisagem do concelho.Mais informações: 214 825 210 (chamada para a rede fixa nacional) | em dias úteis das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Organização: Câmara Municipal de Cascais
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