Posts by jorgecastro


Nos dias 29 e 30 de Junho de 2019 contamos visitar Belmonte, Covilhã e Vilar Formoso.
Esta visita pretende apresentar um olhar diferente, uma apresentação diferenciada sobre a memória e a história judaica em três terras nucleares do seu legado… Belmonte, Covilhã e Vilar Formoso…
A Torre Centum-Cellas, o Museu Judaico e o castelo fazem parte do nosso roteiro em Belmonte. Na Covilhã estaremos no Museu de Laníficios e cada um de nós poderá visitar o seu centro histórico.
Ponto alto desta nossa visita estará em Vilar Formoso, onde teremos a oportunidade única de assistir à conversa com a historiadora Margarida de Magalhães Ramalho, que nos levará ao museu “Vilar Formoso Fronteira da Paz”, do qual foi sua comissária científica.
Estamos a contar com a vossa companhia…

Para que a Espaço e Memória possa organizar devidamente a viagem, as inscrições deverão ser efectuadas preferencialmente até dia 20 de Junho. O número de inscrições está limitado à lotação do autocarro (50 passageiros), sendo considerada a ordem de inscrição. A partir de dia 20 de Junho, as inscrições estarão condicionadas à disponibilidade da unidade hoteleira.

A viagem apenas se realizará com um mínimo de trinta e cinco participantes e terá o custo de €165,00 para sócios e de €200,00 para não-sócios.

O valor contempla a viagem, alojamento em hotel de três estrelas, almoços em Belmonte e Vilar Formoso, e as entradas e visitas.
As inscrições deverão ser efectuadas exclusivamente através do email: geral@espacoememoria.org
Quaisquer informações podem ser obtidas através de Romeu Bragança ( 932 017 080 ) e Joaquim Boiça ( 912 608 720 )

Mais informações nos documentos anexos.

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Com organização da Espaço e Memória, em parceria com o Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos (AEPA) e o apoio da Câmara Municipal de Oeiras, realizou-se um passeio fluvial de catamaran, entre Alcântara-São Julião da Barra-Alcântara, no dia 14 de Junho de 2019, para cerca de 125 alunos e oito professores acompanhantes. Durante o passeio, a cargo de Joaquim Boiça, foi dada aos alunos uma breve explicação histórica e patrimonial do litoral de Oeiras, bem como uma explicação sobre o funcionamento hidrológico da Barra do Tejo. Este passeio decorreu em embarcação da empresa WaterX.

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Caros associados, eis uma iniciativa interessante, que vos propomos:

Amanhã, dia 31 de Maio, pelas 18 horas, será inaugurada uma Exposição Fotográfica organizada pelo Núcleo de Fotografia de Oeiras, com a apresentação de um interessante livro-catálogo que integra trabalhos de dezanove autores.

Esta iniciativa e o livro anunciado contam com o apoio da Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras e terá lugar na Biblioteca Operária Oeirense.

A Direcção da
ESPAÇO E MEMÓRIA – Associação Cultural de Oeiras

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Caros Associados,

O nosso próximo almoço-tertúlia terá, como aperitivo, a apresentação do livro Manual Principiantes de Pau-Luta – Arte Marcial Portuguesa, da autoria de Manuel Monteiro e de Álvaro Santos Pato, que nos acompanharão nesta iniciativa  e nos proporcionarão, também, uma demonstração desta popular arte marcial portuguesa.

O nosso almoço terá lugar no próximo dia 01 de Junho, com início às 11 horas, na Associação dos Comandos – Bataria da Lage, em Paço de Arcos.

A ementa será constituída, opcionalmente, por prato de prato ou peixe ou dieta:

– carne: Grelhada Mista
– peixe: Bacalhau com Natas
– dieta: Douradinha 

O preço será de 12 € para sócios e de 14 € para não sócios.

No acto da inscrição (que deverá ser efectuada até à próxima quinta-feira, dia 30 de Maio, através deste endereço de email geral@espacoememoria.org), por favor, assinalem a vossa preferência da ementa apresentada.

Alguns apontamentos de interesse:

«Em muitas sociedades ao longo da história populares desenvolveram práticas de combate com instrumentos quotidianos, como instrumentos de lavoura. Em Portugal o povo desenvolveu um sistema de combate usando como arma o cajado que acompanhava os pastores e camponeses. Este sistema veio a ser conhecido pelo nome de Jogo do Pau Português.

Já bem dentro do século XX, eventos com o jogo do pau eram ainda frequentes por Portugal inteiro, com destaque para o norte do país, em feiras e romarias. Por vezes, aldeias inteiras envolviam-se em rixas, outras vezes as lutas eram individuais, ou de um jogador contra vários. Era o tempo dos “puxadores” (nome que se dava aos jogadores do Norte) e dos “varredores de feiras” (jogadores afamados que se deslocavam às feiras e romarias para desafiarem outros). Na literatura podemos encontrar histórias sobre o jogo do pau, nomeadamente em autores como Aquilino Ribeiro e Miguel Torga. A partir dos anos 30, o jogo do pau começou a perder importância. Os motivos são vários: a acção das autoridades policiais, que para evitar lutas sangrentas proibiram o uso de paus nos recintos de feiras; a emigração de muitos homens para os meios urbanos ou para o estrangeiro; a generalização do uso de armas de fogo, que tornou desnecessária a difícil e demorada aprendizagem desta técnica de defesa pessoal.(…)» (Podem ver todo o artigo em https://pt.wikipedia.org/wiki/Jogo_do_pau).

Contamos, pois,  com a sua companhia nesta inusitada mas estimulante iniciativa.

Com as mais cordiais saudações,

A Direcção da
Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras 

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