Posts by jorgecastro


Com os nossos agradecimentos aos nossos associados Lourdes Calmeiro e José Manuel Fânzeres que, amavelmente, disponibilizaram as imagens das nossas iniciativas que ocorreram ao longo do dia, aqui ficam testemunhos desses diversos momentos:

Sessão de abertura no Auditório Municipal César Batalha, em iniciativa com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras (fot. JM Fânzeres)
Quarteto Zlatna – uma excelente prestação (fot. Lourdes Calmeiro)
Quarteto Zlatna – Pedro Figueiredo e Ana Dimitrova (violinos) (fot. Lourdes Calmeiro)
Quarteto Zlatna – Alice Gorjão (viola) e Ester Santos (violoncelo) (fot. Lourdes Calmeiro)
Quarteto Zlatna (fot. Lourdes Calmeiro)
Quarteto Zlatna (fot. JM Fânzeres)
Apresentação do Coronel Carlos Matos Gomes, um capitão de Abril (fot. Lourdes Calmeiro)
Coronel Carlos Matos Gomes, numa memorável evocação de Abril (fot. de Lourdes Calmeiro)
Coronel Carlos Matos Gomes (fot. de JM Fânzeres)
Os agradecimentos da Espaço e Memória à disponibilidade e empenho do Coronel Carlos Matos Gomes (fot. de FM Fânzeres)
Sessão de poemas e canções de Abril com Jorge Castro e João Paulo Oliveira (fot. de JM Fânzeres)
João Paulo Oliveira (fot. de JM Fânzeres)
O nosso hino – Grândola Vila Morena -, entoado pelos presentes (fot. de Lourdes Calmeiro)
Encerramento cantado desta sessão (fot. de Lourdes Calmeiro)
A festa continuou num almoço-convívio no restaurante Sabores da Marquesa, na Quinta de Cima do Palácio do Marquês, em Oeiras (fot. de Lourdes Calmeiro)
Após um almoço, cavaqueira e um solzinho… (fot, de JM Fânzeres)
O auditório da nossa sede, já bem preenchido no início da sessão da apresentação do livro «Isto, agora, são outros 70…», da autoria de Jorge Castro (fot. de Lourdes Calmeiro)
Início da apresentação a cargo de Alexandre Castro, responsável pela paginação e design (fot. de Lourdes Calmeiro)
Alexandre Castro (fot. de JM Fânzeres)
Jorge Castro explicando a génese deste projecto, com imagens de 1971 a Maio de 1974, de sua autoria (fot. de Lourdes Calmeiro)
A fotógrafa (fot. de JM Fânzeres)
A obra e as dedicatórias (fot. de JM Fânzeres)
Dos cravos aos instrumentos com que aquele concerto foi tocado (fot. de Lourdes Calmeiro)
Dedicatória (fot. de JM Fânzeres)
E mais um Abril que se cumpriu (fot. de JM Fânzeres)

Também Eduardo Martins nos fez chegar algumas imagens da actuação do Quarteto Zlatna:

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Caras e caros Associados,

Tal como anunciámos em mensagem anterior, o 25 de Abril evocado pela Espaço e Memória, para além do programa já anunciado, irá contar com mais uma iniciativa, que estamos agora em condições de divulgar:

– a apresentação do livro «Isto, agora, são outros 70», da autoria do nosso associado Jorge Castro e que conta com o apoio da Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras.

A obra é constituída por um conjunto de cerca de 200 fotografias a preto e branco, seleccionadas e legendadas, obtidas desde 1970 até ao 1º de Maio de 1974, passando obviamente pelo 25 de Abril desse ano, que procura documentar o que o olhar do autor – então fotógrafo amador – testemunhou de algum Portugal daquele período, com especial incidência no que habitualmente se chama fotografia social.

Esta apresentação, exclusiva para os nossos associados, terá lugar no auditório da nossa sede (na Casa da Malta, Rua dos Lagares da Quinta, em Oeiras) e terá início pelas 16h30, no dia 25 de Abril. A entrada é livre e independente da participação nas demais iniciativas previstas para esse dia.

Contamos com a vossa presença.

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Caras e caros Associados,

Aí temos, de novo, Abril e, como vem sendo nossa tradição, a Espaço e Memória organiza e propõe-vos uma sessão evocativa desse dia «… inicial inteiro e limpo/ onde emergimos da noite e do silêncio», como nos dizia Sophia.

Esta nossa sessão terá lugar no próprio dia 25 de Abril, com início pelas 10 horas da manhã, no Auditório Municipal César Batalha, em Oeiras (no Centro Comercial Alto da Barra).

Eis o programa desta evocação:

10h00 – Abertura e breve alocução inicial, por Joaquim Boiça;

10h15 – Apresentação do quarteto de cordas Zlatna, interpretando trechos de Beethoven,  Rachmaninoff  e Mendelssohn (constituído por jovens que serão os nossos «filhos da madrugada»);

11h00 – Intervenção do Coronel Carlos Matos Gomes, um dos homens de Abril;

12h00 – Jorge Castro, com poemas de Abril, e João Paulo Oliveira (voz e guitarra clássica) com canções alusivas ao dia;

12h45 – Encerramento.

Para quem esteja interessado e se inscreva, independentemente de ter estado ou não na sessão da manhã, seguir-se-á um almoço de convívio, pelas 13h30, que terá lugar no restaurante Os Sabores da Marquesa, na Quinta de Cima do Palácio do Marquês.

O restaurante abrirá propositada e exclusivamente para os associados da Espaço e Memória, pelo que se torna absolutamente imprescindível que possamos confirmar o número de inscritos. Tal deve ser feito através do geral@espacoememoria.org, até ao próximo dia 20. O custo do almoço rondará os quinze euros.

Se os ventos correrem de feição, haverá ainda uma surpresa para a tarde, a decorrer na nossa sede… Mas isso apenas poderemos confirmar mais sobre a data.

Cá vos esperamos, com Abril no coração.

ESPAÇO E MEMÓRIA – Associação Cultural de Oeiras

A Direcção

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Eunice Muñoz (1928-2022)


Posted By on Abr 15, 2022

Manifestando o nosso imenso pesar pelo falecimento deste nome maior do teatro português, com a devida vénia estamos solidários e subscrevemos integralmente a mensagem da Associação Cultural A Voz de Paço de Arcos, que nos chegou pela mão do nosso associado José Marreiro e que aqui se reproduz (https://avozdepacodearcos.org/eunice-munoz-1928-2022/):

«O voto de pesar da Associação Cultural A Voz de Paço de Arcos pelo falecimento de Eunice Muñoz, ícone do cinema, televisão e estrela maior dos teatros nacionais.

Eunice Muñoz (Paço d’Arcos) 1988
Pepe Diniz – Inv. 93FP274 CDAMG

Associada de Honra, com o nº100 da nossa Associação, colaborando regularmente com o Jornal e participando em eventos, numa relação próxima com a nossa comunidade, é em Paço de Arcos acarinhada por todos os que com ela conviveram, pois o seu sorriso era um traço comum e natural que nunca iremos esquecer.

Apaixonada pela vida e pelo teatro, levou literalmente até ao fim a sua celebrada carreira, marcada por personagens que acompanharam gerações de portugueses. A grande dama dos palcos nacionais morreu esta sexta-feira, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, aos 93 anos.

Filha e neta de atores de teatro e de artistas de circo, Eunice Muñoz estreou-se aos 13 anos de idade no Teatro Nacional D. Maria II, e desde então, com o seu talento, conquistou o coração de todos os portugueses. Ao longo da sua carreira, deu vida a personagens em “muito mais de 100 peças” de teatro, cruzando quase todos os géneros dramáticos, participou em, pelo menos 16 filmes e em diversas telenovelas.

No ano de 1969 a desilusão de Eunice perante o panorama teatral da época levou a que formasse uma companhia com o grande ator, o Paçodearquense José de Castro, a companhia “Somos Dois” que se destinava a levar a efeito uma longa tournée por Angola e Moçambique.

No Teatro Experimental de Cascais, foi uma das “Criadas”, de Jean Genet, juntamente com Glicínia Quartin e Lurdes Norberto (1972); foi “Fedra” (1969) e “A Maluquinha de Arroios” (1966); fez “Madame” com a atriz brasileira Eva Wilma (2000), esteve no Politeama ao lado de Ruy de Carvalho em “A Casa do Lago (2002)”, rejuvenesceu em “O Comboio da Madrugada” (2011).

Em 1997, o antigo Cine Teatro de Oeiras ganhou o seu nome, e em abril do ano passado, a Atriz foi, nesse palco, condecorada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, no agora Auditório Municipal Eunice Muñoz.

Eunice acalentava o desejo de terminar a carreira no palco que a viu nascer como atriz, o Teatro Nacional D. Maria II, ao longo de 2021, contracenou com a neta Lídia Muñoz, na peça “A margem do tempo”, em diferentes palcos do país, numa digressão que culminou a 28 de novembro no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, exatamente 80 anos após a sua estreia, concretizando assim esse seu desejo.

Tenho noção de que vou morrer. Cá estou à espera, quando Deus quiser

Eunice Muñoz (1928-2022)

À família enlutada, enviamos as mais sentidas condolências.»

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