Dando seguimento a esta nossa habitual iniciativa que, em 2023, decorre no Outono por inesperadas razões que nos impediram de a realizarmos no Verão, e que, também como habitualmente, conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras, estamos a divulgar a programação prevista e, como sempre, contamos com a presença interessada e participativa dos nossos associados.
Local: o Salão Nobre do Palácio do Marquês do Pombal, nos dias e horas abaixo indicados.
Em mais uma sessão da rubrica Temas e Debates na Casa da Malta, teremos connosco, no próximo dia 04 de Fevereiro (sábado), pelas 16 horas, o Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça, Manuel José Aguiar Pereira, nosso associado e elemento da Direcção do Núcleo Fotografia de Oeiras, que nos propõe o tema «Entre a Liberdade de Fotografar e o Direito à Imagem».
Assunto controverso e de constante actualidade, o nosso convidado falar-nos-á do enquadramento legislativo da matéria em apreço, sensibilizando os presentes para a relação entre o direito à criação artística do fotógrafo e o direito à imagem dos retratados, que acompanhará com uma apresentação de fotografias ilustrativas, comentadas e de boa qualidade, que representam, afinal, um foco complementar do grande interesse que o tema suscita.
Esta iniciativa conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
NOTA BIOGRÁFICA
Manuel José Aguiar Pereira nasceu em Custóias do Douro, concelho de Vila Nova de Foz-Côa, na região do Alto Douro (onde se situam parte de dois Patrimónios Mundiais da Humanidade classificados pela Unesco – o Alto Douro Vinhateiro e os Sítios Pré-Históricos de Arte Rupestre do Vale do Côa e Siega Verde).
Cursou Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra entre 1973 e 1978.
Ingressou na Magistratura Judicial em 1983, tendo exercido sucessivamente funções em São Roque do Pico, Ferreira do Zêzere, Tomar e Santarém.
Foi Juiz Desembargador no Tribunal da Relação de Lisboa, tendo exercido funções como Vogal do Conselho Superior da Magistratura, Director-Adjunto do Centro de Estudos Judiciários e Inspector Judicial.
Coordenou um grupo de trabalho da Associação Sindical dos Juízes Portugueses sobre a tutela dos direitos fundamentais nos Tribunais portugueses.
Foi nomeado Juiz Conselheiro do Supremo Tribunal de Justiça em abril de 2022.
Iniciou a aprendizagem das técnicas básicas de fotografia e edição fotográfica em câmara escura na Secção Fotográfica da Associação Académica de Coimbra e com o desenvolvimento da tecnologia associada à fotografia digital intensificou acentuadamente o hábito de fotografar e a edição e tratamento digital de imagem.
Integra o Núcleo Fotografia de Oeiras desde 2019, sendo actualmente um dos três coordenadores deste grupo informal de fotógrafos amadores.
Participou em exposições, mostras e publicações colectivas de fotografia.
Conjugando a sua formação profissional e a paixão de fotografar tem refletido sobre o tema dos limites do direito a fotografar em função do direito à imagem das pessoas retratadas.
Divulgamos aos nossos Associados esta iniciativa que conta com a participação de Margarida Magalhães Ramalho e de Joaquim Boiça e que reputamos do maior interesse.
Texto de divulgação da autoria do moderador, João Aníbal Henriques:
«Caros amigos, académicos e cascalenses,
Na noite do próximo dia 30 de Novembro (Quarta-feira), às 21h00, estarei na Fortaleza de Nossa Senhora da Luz, no final do Passeio Maria Pia (Clube Naval), em Cascais, para moderar uma conversa extraordinária entre a Margarida Magalhães Ramalho e o Joaquim Boiça sobre as origens daquela mítica (e mística) fortificação de Cascais.
A noite, evocando o monstrengo que Fernando Pessoa eternizou na sua “Mensagem”, recupera a ideia de um Portugal por cumprir que os laivos da madrugada de 1 de Dezembro fizeram despertar. Porque a antemanhã é um instante fugaz, pleno e total. Aquela parcela de um mero segundo quando a noite já não existe mas em que o dia tarda em chegar… Um pedaço de tempo que Santo Agostinho diz não pertencer ao passado, nem ao presente e nem ao futuro. Eterno, enfim… Porque total.
Depois da conversa teremos visitas guiadas à Fortaleza de Nossa Senhora da Luz e à vetusta Torre de Santo António de Cascais. Os monumentos mais antigo construídos na nossa vila mas que são infelizmente muito poucos os Cascalenses que tiveram a oportunidade de visitar.
E em fundo, a enquadrar em harmonia os ecos dos passos que ainda por ali se ouvem daqueles que neste lugar nos precederam, a voz inesquecível da fadista Deolinda, ao ritmo de uma viola de fado e dos acordes únicos de uma guitarra portuguesa.
Porque o Cascais que vivemos tem o aroma, a cor e o som que nos enche a Alma!
A entrada é gratuita e não é preciso marcação. Basta chegar, entrar e regressar a casa com uma memória daquelas que passam a fazer parte desta vida que urge despertar!
Até porque, “[…] o som na treva de ele rodar; Faz mau o sono, triste o sonhar; Rodou e foi-se o mostrengo servo; Que seu senhor veio aqui buscar. Que veio aqui seu senhor chamar – Chamar Aquele que está dormindo; E foi outrora Senhor do Mar”…
Decorreu, no passado dia 17 de Outubro, no Salão Nobre do Palácio do Marquês, em Oeiras, e com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras, o debate de encerramento dos «XVI Diálogos em Noites de Verão», com o tema Em torno da valorização histórica e patrimonial de Oeiras – um Museu para Oeiras?, com moderação de Joaquim Boiça e as participações de José Meco, Rodrigo Dias, Guilherme Cardoso, Célia Florêncio e Fátima Barros.
Registou-se um animado debate sobre este relevante tema com a participação, também, de vários elementos da assistência.
Divulgamos a programação das Jornadas Europeias de Património 2022, uma iniciativa da Câmara Municipal de Oeiras que conta, entre outras, com a parceria da Espaço e Memória:
2026-07-24 - No âmbito das celebrações do Dia da Arqueologia em Portugal, a Câmara Municipal de Cascais apresenta o livro "A Presença Romana em Cascais: Um Território da Lusitânia Ocidental", uma obra da autoria de Guilherme Cardoso e José d’Encarnação, que revela a relevância histórica e arqueológica do concelho no contexto da antiga Lusitânia.
Esta iniciativa terá lugar a 24 de julho de 2026, pelas 18h, no Centro de Interpretação do Espaço Rural instalado no Casal Saloio de Outeiro de Polima, no Largo do Chafariz, em Outeiro de Polima.
Resultado de décadas de investigação e estudo do património local, esta publicação conduz o leitor numa viagem desde os tempos proto-históricos até ao período tardo-romano e visigodo, dando a conhecer as "villae", os modos de vida, as atividades económicas, as práticas religiosas e funerárias e a integração deste território no mundo romano.
Através de uma abordagem rigorosa e acessível, enriquecida com fotografias e ilustrações, o livro destaca a riqueza arqueológica de Cascais e sensibiliza para a sua preservação. Mais do que uma obra de referência, é um convite à descoberta de um legado que continua presente na identidade e na paisagem do concelho.Mais informações: 214 825 210 (chamada para a rede fixa nacional) | em dias úteis das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Organização: Câmara Municipal de Cascais
Comentários recentes