Homenagem


Numa parceria entre a MAPA – Associação Cultural e a Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras, No ano em que passam 40 anos sobre a sua morte e 80 sobre o seu nascimento, realizaremos uma sessão evocativa e de homenagem a Adriano Correia de Oliveira.

Esta sessão terá lugar na nossa sede (Rua dos Lagares da Quinta – Casa da Malta, em Oeiras), no próximo dia 27 de Novembro (domingo), com início às 17 horas, e contará com a presença de João Paulo Oliveira (canto) e Jorge Castro (poesia).

(Porto, 9 de abril de 1942 — Avintes, 16 de outubro de 1982)

Biografia de Adriano Correia de Oliveira (in https://pt.wikipedia.org/wiki/Adriano_Correia_de_Oliveira)

Biografia
Filho de Joaquim Gomes de Oliveira e da sua mulher, Laura Correia, Adriano mudou-se para Avintes ainda com poucos meses de vida. Criado numa família profundamente católica, a infância de Adriano Correia de Oliveira é marcada pelo ambiente que descreverá mais tarde como «marcadamente rural, entre videiras, cães domésticos e belas alamedas arborizadas com vista para o rio [Douro]».

Após concluir os estudos secundários, no Liceu Alexandre Herculano, no Porto, Adriano Correia de Oliveira matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, em 1959. Durante os anos passados em Coimbra, tem uma intensíssima participação no meio cultural e desportivo ligado à academia. Viveu na Real República Ras-Teparta, foi solista no Orfeon Académico, membro do Grupo Universitário de Danças e Cantares, ator no CITAC, guitarrista no Conjunto Ligeiro da Tuna Académica e jogador de voleibol na Briosa.

Na década de 1960 adere ao Partido Comunista Português, envolvendo-se nas greves académicas de 62, contra o salazarismo. Nesse ano foi candidato à Associação Académica de Coimbra, numa lista apoiada pelo MUD.

Data de 1963 o seu primeiro EP, Fados de Coimbra. Acompanhado por António Portugal e Rui Pato, o álbum continha a interpretação de Trova do vento que passa, poema de Manuel Alegre, que se tornaria uma espécie de hino da resistência dos estudantes à ditadura. Em 1967 gravou o álbum Adriano Correia de Oliveira, que, entre outras canções, tinha Canção com lágrimas.

Em 1966 casa-se com Maria Matilde de Lemos de Figueiredo Leite, filha do médico António Manuel Vieira de Figueiredo Leite (Coimbra, Taveiro, 11 de outubro de 1917 – Coimbra, 22 de março de 2000) e da sua mulher Maria Margarida de Seixas Nogueira de Lemos (Salsete, São Tomé, 13 de junho de 1923), depois casada com Carlos Acosta. O casal, que mais tarde se separaria, veio a ter dois filhos: Isabel, nascida em 1967 e José Manuel, nascido em 1971.

Chamado a cumprir o Serviço Militar, em 1967, Adriano Correia de Oliveira ficaria a uma disciplina de se formar em Direito. Ainda em 1969 vê editado o álbum O Canto e as Armas, revelando, de novo, vários poemas de Manuel Alegre. Pela sua obra recebe, no mesmo ano, o Prémio Pozal Domingues. Lança Cantaremos, em 1970, e Gente d’aqui e de agora, em 1971, este último com o primeiro arranjo, como maestro, de José Calvário, e composição de José Niza.

Em 1970, já licenciado da tropa, decide trocar Coimbra por Lisboa, e vai exercer funções no Gabinete de Imprensa da FIL – Feira Industrial de Lisboa, até 1974. Em 1973 lança Fados de Coimbra, em disco, e funda a Editora Edicta, com Carlos Vargas, para se tornar produtor na Orfeu, em 1974.

Com a Revolução dos Cravos, Adriano Correia de Oliveira está entre os fundadores da Cooperativa Cantabril. Em liberdade, esteve envolvido na organização de centenas de iniciativas do PCP em todo o país, nas quais tocou. Integra o Comité Organizador da Festa do Avante! do PCP desde a primeira edição, ao qual pertenceria até à sua morte.[1]

Em 1975 lança Que nunca mais, onde se inclui o tema Tejo que levas as águas. A revista inglesa Music Week elege-o Artista do Ano. Em 1980 lançaria o seu último álbum, Cantigas Portuguesas, ingressando no ano seguinte na Cooperativa Era Nova, em rutura com a Cantabril.

Vítima de uma hemorragia esofágica, morreu na quinta da família, em Avintes, nos braços da sua mãe.

Reconhecimento
A 24 de setembro de 1983 foi feito Comendador da Ordem da Liberdade e a 24 de abril de 1994 foi feito Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique, ambas as condecorações a título póstumo.[2]

Lisboa, Avintes, Charneca da Caparica, Vila Nova de Gaia, Samora Correia, Almada, Barreiro, Grândola, Montijo e Fânzeres (concelho de Gondomar) são algumas das localidades portuguesas em que o seu nome faz parte da toponímia. [3]

Discografia:

Álbuns
1967 – Adriano Correia de Oliveira (LP, Orfeu, XYZ 104)
1969 – O Canto e as Armas (LP, Orfeu, STAT 003)
1970 – Cantaremos (LP, Orfeu, STAT 007)
1971 – Gente de aqui e de agora – LP STAT 010)
1975 – Que nunca mais (LP, Orfeu, STAT 033)
1980 – Cantigas Portuguesas (LP, Orfeu, STAT 067)
Compilações
1973 – Fados de Coimbra
1982 – Memória de Adriano
1994 – Fados e baladas de Coimbra
1994 – Obra Completa
1995 – O Melhor dos Melhores
2001 – Vinte Anos de Canções (1960-1980)
2007 – Obra Completa
Singles e EP
Noite de Coimbra (EP, Orfeu, 1960) [Fado da Mentira/Balada dos Sinos/Canta Coração/Chula] Atep 6025
Balada do Estudante (EP, 1961) [Fado da Promessa/Fado dos Olhos Claros/Contemplação/Balada do Estudante] Atep 6033
Fados de Coimbra (EP, 1961) [Canção dos Fornos/Balada da Esperança/Trova do Amor Lusíada/Fado do Fim do Ano] Atep 6035
Fados de Coimbra (EP, 1962) [Minha Mãe/Prece/Senhora, Partem Tão Tristes/Desengano] Atep 6077
Trova do vento que Passa (EP, 1963) [Trova do Vento que Passa/Pensamento/Capa Negra, Rosa Negra/Trova do Amor Lusíada] Atep 6097
Adriano Correia de Oliveira (EP, 1964) [Lira/Canção da Beira Baixa/Charama/Para que Quero Eu Olhos] Atep 6274
Menina dos Olhos Tristes (EP, 1964) [Menina dos Olhos Tristes/Erguem-se Muros/Canção com Lágrimas/Canção do Soldado] Atep 6275
Elegia (EP, 1967) [Elegia/Barcas Novas/Pátria/Pescador do Rio Triste] Atep 6175
Adriano Correia de Oliveira (EP, 1968) [Para que Quero Eu Olhos/Canção da Terceira/Sou Barco/Exílio] Atep 6197
Rosa de Sangue (EP, Orfeu, 1968) Atep 6237
Cantar de Emigração (EP, Orfeu, 1971) Atep 6400
Trova do Vento Que Passa n.º2 (EP, Orfeu, 1971) Atep 6374
Lágrima de Preta (EP, Orfeu, 1972) Atep 6434
Batalha de Alcácer-Quibir (EP, Orfeu, 1972) Atep 6457
O Senhor Morgado (EP, Orfeu, 1973) Atep 6542
A Vila de Alvito (EP, Orfeu, 1974) Atep 6588
Para Rosalía (EP, Orfeu, 1976) Atep 6604
Notícias de Abril (Single, Orfeu, 1978) [Se Vossa Excelência…/Em Trás-os-Montes à Tarde] KSAT 633

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No próximo dia 21 de Junho, na sede da Espaço e Memória (Rua dos Lagares da Quinta, em Oeiras), com recepção a partir das 17h30 e início da sessão pelas 18 horas, Graça Patrão falar-nos-á da juventude do poeta José Carlos Ary dos Santos.

Ary é muito conhecido pelos poemas da maturidade.
No entanto, aos 15 anos, escreveu um livro ASAS que anuncia já nesta idade valores espirituais de amor, fraternidade e paz universal. Mas também encontramos referências a sentimentos como alegria e tristeza.
Estes elementos ligam-se a uma influência religiosa adquirida a partir da infância, dando-nos uma harmonia poética perfeita, como vemos no poema PANTEISMO. Neste poema Ary utiliza palavras como: de mãos postas – adoro – altar – comungando – rezo alma e Deus. No entanto, estas palavras que têm um carácter religioso, unem-se a elementos da natureza, oferecendo-nos este magnífico poema.

Graça Patrão

A entrada é livre. Contamos convosco.

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Eunice Muñoz (1928-2022)


Posted By on Abr 15, 2022

Manifestando o nosso imenso pesar pelo falecimento deste nome maior do teatro português, com a devida vénia estamos solidários e subscrevemos integralmente a mensagem da Associação Cultural A Voz de Paço de Arcos, que nos chegou pela mão do nosso associado José Marreiro e que aqui se reproduz (https://avozdepacodearcos.org/eunice-munoz-1928-2022/):

«O voto de pesar da Associação Cultural A Voz de Paço de Arcos pelo falecimento de Eunice Muñoz, ícone do cinema, televisão e estrela maior dos teatros nacionais.

Eunice Muñoz (Paço d’Arcos) 1988
Pepe Diniz – Inv. 93FP274 CDAMG

Associada de Honra, com o nº100 da nossa Associação, colaborando regularmente com o Jornal e participando em eventos, numa relação próxima com a nossa comunidade, é em Paço de Arcos acarinhada por todos os que com ela conviveram, pois o seu sorriso era um traço comum e natural que nunca iremos esquecer.

Apaixonada pela vida e pelo teatro, levou literalmente até ao fim a sua celebrada carreira, marcada por personagens que acompanharam gerações de portugueses. A grande dama dos palcos nacionais morreu esta sexta-feira, no Hospital de Santa Cruz, em Carnaxide, aos 93 anos.

Filha e neta de atores de teatro e de artistas de circo, Eunice Muñoz estreou-se aos 13 anos de idade no Teatro Nacional D. Maria II, e desde então, com o seu talento, conquistou o coração de todos os portugueses. Ao longo da sua carreira, deu vida a personagens em “muito mais de 100 peças” de teatro, cruzando quase todos os géneros dramáticos, participou em, pelo menos 16 filmes e em diversas telenovelas.

No ano de 1969 a desilusão de Eunice perante o panorama teatral da época levou a que formasse uma companhia com o grande ator, o Paçodearquense José de Castro, a companhia “Somos Dois” que se destinava a levar a efeito uma longa tournée por Angola e Moçambique.

No Teatro Experimental de Cascais, foi uma das “Criadas”, de Jean Genet, juntamente com Glicínia Quartin e Lurdes Norberto (1972); foi “Fedra” (1969) e “A Maluquinha de Arroios” (1966); fez “Madame” com a atriz brasileira Eva Wilma (2000), esteve no Politeama ao lado de Ruy de Carvalho em “A Casa do Lago (2002)”, rejuvenesceu em “O Comboio da Madrugada” (2011).

Em 1997, o antigo Cine Teatro de Oeiras ganhou o seu nome, e em abril do ano passado, a Atriz foi, nesse palco, condecorada pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Sant’Iago da Espada, no agora Auditório Municipal Eunice Muñoz.

Eunice acalentava o desejo de terminar a carreira no palco que a viu nascer como atriz, o Teatro Nacional D. Maria II, ao longo de 2021, contracenou com a neta Lídia Muñoz, na peça “A margem do tempo”, em diferentes palcos do país, numa digressão que culminou a 28 de novembro no Teatro Nacional D. Maria II, em Lisboa, exatamente 80 anos após a sua estreia, concretizando assim esse seu desejo.

Tenho noção de que vou morrer. Cá estou à espera, quando Deus quiser

Eunice Muñoz (1928-2022)

À família enlutada, enviamos as mais sentidas condolências.»

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É com profundo pesar e tristeza que comunicamos o falecimento de Júlio Conrado Martins Custódio, sócio honorário da nossa Associação.
A Direcção da Espaço e Memória – Associação Cultural de Cascais, em nome de todos os seus associados apresenta as mais sentidas condolências à esposa, filhas, restante família e amigos pela partida deste nosso Amigo.

Júlio Conrado nasceu em Olhão em 1936, vivendo no concelho de Cascais desde os três anos.
Romancista, poeta, dramaturgo, crítico literário. Foi funcionário da Câmara de Municipal de Cascais, bancário e Director-Executivo da Fundação D. Luís I.
Publicou o seu primeiro livro (contos) em 1963 e o primeiro ensaio literário na imprensa de âmbito nacional em 1965 (Diário de Lisboa).
Tem colaboração dispersa por Jornal de Notícias, Diário de Lisboa, O Século, A Capital e República. Colaborações nas revistas de cultura Latitudes, Paris, e Rua Larga, da Reitoria da Faculdade de Letras de Coimbra, A Página da Educação, Porto, revista O Escritor, da Associação Portuguesa de Escritores e na revista on line Triplov. Durante vários anos assegurou o balanço literário no Jornal O Século. Exerceu crítica literária na Vida Mundial, no Diário Popular, no Jornal de Letras e na revista Colóquio Letras. Em 1964 fez parte da equipa fundadora do Jornal da Costa do Sol, jornal de que viria a ser director, a convite do seu amigo Jorge Miranda, por um curto período nos anos noventa (1994-1996). A página literária Texto e Diálogo, por si dirigida, surgiu neste jornal nos anos oitenta. Coordenou, com José Correia Tavares, o jornal Loreto 13, da Associação Portuguesa de Escritores. Coordenou ainda a revista de cultura e pensamento, Boca do Inferno, editada pela Câmara Municipal de Cascais. Está ligado às principais organizações portuguesas de escritores – Associação Portuguesa de Escritores, Pen Clube Português, Centro Português da Associação Internacional dos Críticos Literários e Associação Portuguesa dos Críticos Literários de cujos corpos sociais faz ou fez parte. Integrou os júris dos principais prémios literários portugueses. Participou, com comunicações, em congressos e encontros de escritores realizados em Portugal e no estrangeiro, nomeadamente: Havana, Neptun (Roménia), Nuoro (Sardenha), Lyon, Madrid, Valsini (Itália), Roma, Ripi (Itália), Maputo e Natal (Brasil). Fez parte das comissões executivas do II Congresso dos Escritores Portugueses (1982), I Congresso dos Escritores de Língua Portuguesa (Lisboa, 1989) e Colóquio da Associação Internacional dos Críticos Literários, (Lisboa, 1994); juntamente com Salvato Teles de Menezes, foi comissário para a literatura na Bienal da Utopia, (Cascais, 1997).
Foi integrado na representação portuguesa que se deslocou, em 2000, ao Salon du Livre, de Paris, por iniciativa da editora L’Inventaire, e no qual foi apresentada a versão francesa de Era a Revolução (C’était la Revolution), livro a que o jornal Le Monde se referiu elogiosamente. Como tradutor, Júlio Conrado verteu para português D. Carlos I, Rei de Portugal, do escritor francês Jean Pailler (2002) e traduziu do francês Isabel de Portugal, Princesa da Borgonha, de Daniel Lacerda (2009). Enquanto autor, alguns dos seus trabalhos estão traduzidos em alemão, francês, húngaro, inglês e grego.
A sua obra está referenciada em: Dicionário da Literatura, org. Jacinto do Prado Coelho, actualização de Ernesto Rodrigues, Pires Laranjeira e José Viale Moutinho; Biblos, ed. Verbo; Dicionário Cronológico dos Autores Portugueses, PEA / Instituto Português do Livro e da Leitura; O Grande Livro dos Portugueses, Círculo de Leitores; A Enciclopédia, Verbo / Público, Projecto Vercial (Internet). Figura com um pequeno ensaio na antologia organizada por Eugénio Lisboa, Estudos sobre Jorge de Sena e a sua obra é referida em Outros Sentidos da Literatura, de Duarte Faria, A Paisagem Interior, de José Fernando Tavares, Verso e Prosa de Novecentos, de Ernesto Rodrigues, Ficção Portuguesa de Após-Abril, de Ramiro Teixeira, Breves & Longas no País das Maravilhas e Itinerário, de Annabela Rita, Arca de Gutenberg, de Serafim Ferreira e Ensaios de Escreviver, de Urbano Tavares Rodrigues. Eduardo Lourenço menciona Era a Revolução no livro de ensaios O Canto do Signo. A maioria das comunicações que apresentou em congressos da A.I.C.L. está publicada em versão francesa na revista desta organização internacional de críticos literários, sedeada em Paris. Escreveu prefácios para livros de José Jorge Letria, Salvato Teles de Menezes, Luís Souta, Ana Viana, José d’Encarnação, Jorge Marcel e Paulo Alexandre. Colaborou com depoimentos no catálogo alusivo aos 50 anos de vida literária de Fernando Namora, nos volumes A David e A Sophia com que na morte dos poetas o Pen Clube Português os homenageou, no livro Leituras de José Marmelo e Silva, organizado por Ernesto Rodrigues, e com um balanço literário no catálogo do Instituto do Livro para a Bienal de S. Paulo de 1992. Em 2008 foi publicado o livro de carreira De Tempos a Tempos, trabalho que cobre quarenta e cinco anos de vida literária e constitui uma bem documentada panorâmica da sua obra, na qual são de salientar textos da autoria de alguns dos mais importantes críticos e ensaístas literários do seu tempo, tais como Fernando J. B. Martinho, Manuel Simões, Manuel Villaverde Cabral, Jorge Listopad, Annabela Rita, João Gaspar Simões, Ramiro Teixeira, Duarte Faria, João Rui de Sousa, Serafim Ferreira, Maria Estela Guedes, Maria Fernanda de Abreu, Pires Laranjeira, Ernesto Rodrigues, José Fernando Tavares, Cristina Robalo Cordeiro, António Augusto Menano, Liberto Cruz, Eugénio Lisboa, António Cândido Franco, Luísa Mellid-Franco, José do Carmo Francisco, Appio Sottomayor, José Viale Moutinho, Urbano Tavares Rodrigues e J. C. Vilhena Mesquita, entre outros.

Obras de Júlio Conrado:

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Decorreu, no passado dia 21 de Novembro, na nossa sede, a apresentação da curta metragem, da autoria da nossa associada Graça Patrão, «Orey e a Quinta dos 7 Castelos», em sessão muito concorrida:

Na imagem, os actores Teresa Jerónimo e Eurico Lopes numa cena da curta metragem

No dia 22 de Novembro teve lugar, na Biblioteca Operária Oeirense, uma mostra fotográfica organizada pelo Núcleo de Fotografia de Oeiras, em homenagem a três dos seus elementos que nos deixaram, em 2021: Fernando Carvalho, Lídia Fidalgo e Vítor Carreira.

Na mesma altura foi apresentado o segundo catálogo de fotografias do Núcleo de Fotografia de Oeiras (NFO), 2020/21, onde também participam vários associados nossos e que contou com o apoio à publicação da Espaço e Memória, existindo exemplares que os associados interessados poderão adquirir nas nossas instalações.

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Jorge Sampaio


Posted By on Set 10, 2021

(Lisboa, 18 de setembro de 1939 – Carnaxide, 10 de setembro de 2021)

Jorge Sampaio, exemplo maior de uma vida de combate pela Liberdade e pela Democracia, partiu para outras paragens. Mas interessa saber que não nos deixou, pois esse seu exemplo perdurará no tempo e tem o seu nome gravado em letras indeléveis na nossa História. Saibamos honrar a sua memória e empunhar os seus estandartes.

As nossas condolências à família e aos amigos são, necessariamente, extensivas a todos os portugueses que, em cada situação da vida, ele soube acompanhar com especial desvelo e cuidados, cumprindo mas transcendendo os seus múltiplos mandatos.

ESPAÇO E MEMÓRIA – Associação Cultural de Oeiras

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