Temas e Debates na Casa da Malta


No próximo dia 12 de Abril, pelas 16 horas, na Casa da Malta, em mais uma sessão dos Temas e Debates na Casa da Malta, teremos connosco Irene Hipólito dos Santos que nos falará sobre Adolfo Kaminsky.

Empenhada na investigação e preservação da memória da resistência política, a autora Irene Hipólito dos Santos conduz-nos no percurso e meandros da vida do célebre falsificador Adoldo Kaminsky, judeu russo de nacionalidade argentina, que conheceu e entrevistou.

Figura marcante no contexto das lutas clandestinas em França durante a Segunda Guerra Mundial (a sua intervenção na emissão de salvos-condutos salvou milhares de judeus), Kaminsky ficou associado, num longo trajecto de vida enquanto falsificador exímio, a diferentes movimentos de resistentes, nomeadamente no período das ditaduras de Franco e Salazar,  em Espanha e Portugal, à luta da Frente Nacional de Libertação da Argélia, de revolucionários na América do Sul, de objetores de consciência norte-americanos durante a Guerra do Vietname e de partidos independentistas africanos.

  • Algumas imagens da sessão, da autoria de António Martins:
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No próximo dia 17 de Maio (sábado), pelas 15 horas, na Casa da Malta, teremos oportunidade de assistir à palestra com o desafiante título A Conquista de Lisboa em 1580 contada por um soldado alemão, em sessão levada a efeito pelo nosso associado Bernardo Jerosch Herold, com moderação a cargo de Margarida Magalhães Ramalho e Joaquim Boiça.

A conquista de Lisboa em 1580 pelos exército e armada castelhanos sancionou a ocupação do trono português por Filipe II de Espanha e abriu caminho a uma realidade política e dinástica que se prolongaria até 1640. 

Apesar da sua importância histórica, este acontecimento foi secundarizado durante muito tempo pela historiografia peninsular e apenas recentemente começou a suscitar o interesse e a atenção dos historiadores na compreensão global das condições que conduziram à criação e afirmação da dinastia filipina.

O exército invasor integrou diversos corpos armados estrangeiros, no seio dos quais se produziram alguns relatos vivenciais da experiência da guerra, sendo, no seu conjunto, fontes de informação de importância capital para a leitura do processo militar que conduziu à perda da independência nacional.

É em torno desta realidade que se centra a intervenção de Bernardo Jerosch Herold, que partilhará connosco o estudo histórico que está a desenvolver do relato de um soldado alemão, que testemunhou os principais episódios militares que conduziram à subjugação de Lisboa, em 1580. 

A entrada é livre e, como sempre, contamos muito com a vossa presença.

Algumas fotografias da autoria de Carlos Ricardo:

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Venha saber a resposta este sábado, dia 03 de Maio, pelas 16h00, pela mão de Elisabete Brites, numa sessão que tem por pano de fundo os códigos de vestuário. 

Do uso do preto na moda dos nossos dias, herdeira histórica de códigos fabricados no passado, são eloquentes os testemunhos de três grandes estilistas:

  • “O preto é a quintessência da simplicidade e da elegância.” – Gianni Versace
  • “O preto simboliza a ligação entre a arte e a moda.” – Yves Saint-Laurent
  • “O preto é a cor que cai bem em todos. Com o preto não há como errar.” – Karl Lagerfeld

Algumas imagens desta sessão, da autoria de Manuel José Aguiar Pereira:

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Convidam-se todos os associados e amigos a estar presentes, no próximo dia 14 de Abril (segunda-feira), pelas 17h30, na Casa da Malta, na Palestra do Professor Galopim de Carvalho, Geo-história do Estuário do Tejo, iniciativa que marca o início de actividade do Clube para Unesco da Paisagem Cultural do Estuário do Tejo, criado sob a égide da Espaço e Memória, Associação Cultural de Oeiras, a ter lugar no dia 14 de Abril, segunda-feira, pelas 17h30, na Casa da Malta.

António Marcos Galopim de Carvalho  – alguns dados biográficos

Nasceu em Évora em 1931

É licenciado desde 1959 em Ciências Geológicas, pela Universidade de Lisboa

Doutorado em Sedimentologia e Geologia – E em Sedimentologia (3ème cycle) pela Universidade de Paris (1964) e em Geologia (1969) pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.

É Professor jubilado, Escritor, Divulgador de Ciência.

Autor de vasta bibliografia científica, de divulgação e de ficção.

Dirigiu o Museu Mineralógico e Geológico da Faculdade de Ciências de Lisboa, de 1983 a 1992, e o Museu Nacional de História Natural (MNHN), de 1992 a 2003, onde foi o mentor e responsável científico de sucessivos projetos de investigação nas áreas da Geologia Marinha e da Paleontologia dos Dinossáurios.

É autor de vasta bibliografia científica, de divulgação e de ficção. Para além de ter assinado cerca de 300 títulos (entre artigos científicos, de divulgação científica e de opinião), tem proferido nas duas últimas décadas conferências e participado em colóquios e debates por todo o país e no estrangeiro.

Actualmente, continua a trabalhar na divulgação, salvaguarda e valorização do património geológico nacional.

Algumas imagens da autoria de Jorge Castro:

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Divulgamos a nossa próxima iniciativa – composta por duas palestras – com Elisabete Brites, que nos irá falar sobre A Estética Kitsch, que terá lugar nos próximos sábados, dia 22 de Fevereiro e dia 08 de Março, pelas 16h30, na nossa sede (Casa da Malta – Rua dos Lagares da Quinta, Oeiras)

No dizer de Abraham Moles «O Kitsch jamais nos deixa indiferentes» e, nas palavras do também filósofo e sociólogo Theodor Adorno, ele constitui «… uma das mais frequentes formas de relação entre o homem e as coisas, por meio de uma relação afectiva e sentimental».

Partindo destas ideias padrão, Elisabete Brites convoca-nos, numa primeira palestra, para uma reflexão sobre a estética Kitsch, centrada na análise de três universos de referência: a decoração de interiores, os gadgets e as expressões religiosas. Na segunda parte, Elisabete Brites debruçar-se-á sobre Arquitectura e Jardins

Entrada livre. Contamos consigo.

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