Temas e Debates na Casa da Malta


Vítor Dias comprometeu-se e cumpriu. A Casa da Malta transformou-se, no passado dia 20 de Setembro e por algumas horas, numa casa de fados onde, para além do convívio e da decoração a preceito, de um pequeno filme evocativo dos bairros típicos de Lisboa, da autoria de Graça Patrão, da exposição emocionada do tema por parte do nosso convidado, Vítor Dias, de uma bela sessão de fados interpretados por Jorge Mendes, fomos surpreendidos por uma lauta refeição, onde pontuou um excelente caldo verde (com torinha), bem como uma imensidão de comezainas apropriadas à circunstância com que a generosidade do nosso convidado nos presenteou.

Uma sessão, na verdade, memorável. Aqui ficam alguns testemunhos:

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No próximo dia 20 de Setembro, pelas 18:00 horas, vai acontecer na Casa da Malta mais uma terça-feira cultural, com a apresentação do tema «Silêncio que se vai cantar e falar de fado», sessão a cargo do nosso associado Vítor Dias.

Após uma breve apresentação e enquadramento histórico, outros momentos se seguirão, nomeadamente alguns apontamentos multimédia e música ao vivo, com interpretação de… Fado.

Como sempre, contamos convosco.

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  • No próximo dia 19 de Julho, na sede da Espaço e Memória (Rua dos Lagares da Quinta, em Oeiras), com recepção a partir das 17h30 e início da sessão pelas 18 horas, Carlos Castilho Pais falar-nos-á da Comunicação nos Descobrimentos Portugueses. Dando a palavra ao autor:

«Após breves considerações sobre o título e o âmbito desta palestra, trataremos dos seguintes temas, procurando sempre ajustá-los à linha temporal na qual se desenvolveram os Descobrimentos e a Expansão:

            – a necessidade de comunicação com o outro;

            – o uso de formas rudimentares de comunicação;

            – o recrutamento do ‘língua’ (intérprete).

De seguida, tentaremos identificar os principais protagonistas da comunicação na África, na Ásia e no Brasil durante o período dos descobrimentos portugueses (1445 – 1578), descrevendo, sempre que possível, as suas origens, o trabalho realizado por cada um, bem como outros serviços que prestaram e a quem os prestaram

  • Alguns dados curriculares de Carlos Castilho Pais:

Doutor em Estudos Portugueses, Carlos Castilho Pais foi professor em estabelecimentos do Ensino Secundário, do Ensino Politécnico e do Ensino Universitário, do qual é jubilado.
Tem dedicado a sua actividade científica – publicada em Portugal e no estrangeiro (Espanha, França, Brasil) – ao estudo da comunicação em geral, da literatura e da tradução. Foi o primeiro presidente da Associação Ibérica de Estudos de Tradução e Interpretação (AIETI) e fez parte do conselho editorial de algumas revistas sobre tradução.
Fruto da sua actividade científica sobre a tradução, publicou, entre outras obras, as seguintes:

  • Teoria Diacrónica da Tradução Portuguesa – Antologia (Séc. XV-XX), Lisboa, Universidade Aberta, 1997;
  • Apuntes de Historia de la Traducción Portuguesa, Valladolid, Editorial Universidad de Valladolid, Vertere, 2005;
    – Em Português, Crónicas sobre Tradução/In Portuguese, Chronicles about Translation, Lisboa, Colibri, 2019.
    Carlos Castilho Pais tem-se dedicado também ao estudo e escrita da poesia e coordena a revista (online) PoesiaPlural. São da sua autoria as seguintes obras:
  • Descolonização (poesia), 2016;
  • A la luz de la flor del Almendro/ À luz da flor da amendoeira (em parceria com Gregorio Muelas Bermúdez), (poesia), 2017;
  • Canto Português, (poesia), 2021;
  • Introdução à escrita do poema, (ensaio), 2022.

 

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No próximo dia 21 de Junho, na sede da Espaço e Memória (Rua dos Lagares da Quinta, em Oeiras), com recepção a partir das 17h30 e início da sessão pelas 18 horas, Graça Patrão falar-nos-á da juventude do poeta José Carlos Ary dos Santos.

Ary é muito conhecido pelos poemas da maturidade.
No entanto, aos 15 anos, escreveu um livro ASAS que anuncia já nesta idade valores espirituais de amor, fraternidade e paz universal. Mas também encontramos referências a sentimentos como alegria e tristeza.
Estes elementos ligam-se a uma influência religiosa adquirida a partir da infância, dando-nos uma harmonia poética perfeita, como vemos no poema PANTEISMO. Neste poema Ary utiliza palavras como: de mãos postas – adoro – altar – comungando – rezo alma e Deus. No entanto, estas palavras que têm um carácter religioso, unem-se a elementos da natureza, oferecendo-nos este magnífico poema.

Graça Patrão

A entrada é livre. Contamos convosco.

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