EMACO

Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras


Lamentamos informar de que, por consabidas razões de contenção da situação pandémica que atravessamos, não nos é possível realizar as habituais visitas guiadas ao Farol do Bugio.

Esperamos que esta situação, que a todos penaliza, possa alterar-se em 2022, sendo nossa intenção retomar esta nossa já tradicional actividade, com a brevidade possível.

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Caras e caros Associados,

Temos o gosto de vos fazer chegar o convite da Câmara Municipal de Oeiras para as conferências a realizarem-se no âmbito da exposição “Fortificações de Oeiras: Património do Tejo e do Mundo” que terão lugar no Centro Cultural Palácio do Egipto. A calendarização das mesmas encontra-se na imagem abaixo sendo que, devido ao contexto pandémico que atravessamos, as mesmas têm como lotação máxima 15 pessoas e carecem de inscrição prévia através do

email ccpegipto@cm-oeiras.pt

ou telefone 214 408 781.

ESPAÇO E MEMÓRIA – Associação Cultural de Oeiras

A Direcção

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No dia do solstício de Verão, um passeio ao longo do rio Jamor, através do circuito pedonal inaugurado em 01 de Maio de 2021. Águas cristalinas, verde abundante, um passeio aprazível desde o Centro de Canoagem (Cruz Quebrada) até ao Santuário de Nossa Senhora da Conceição da Rocha.

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Com a devida vénia, reproduzimos a conversa havida entre José d’Encarnação e Salvato Teles de Menezes, integrada nas Conversas de Cascais, sob o tema Cascais, a Guarda Avançada de Lisboa. Conforme nos diz José d’Encarnação:

«A conversa foi gravada num monumento emblemático de Cascais: a Fortaleza de Nossa Senhora da Luz! Insere-se nas comemorações dos 657 anos da elevação de Cascais a vila.

Aí vai o atalho para quem tiver pouco mais que 21 minutos para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=RwZH3q29lwk

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Pedro Mexia nasceu em Lisboa em 1972.
Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica.
É poeta, cronista, editor, dramaturgo, crítico literário, tradutor, comentador, assessor do Presidente da República para a área da cultura.
Foi subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema. Dirige a colecção de poesia da Tinta-da-china e co-dirige a revista literária Granta em Língua Portuguesa.
Desde 2006 que edita poesia, prosa e crónicas.

Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, Contemplação Carinhosa da Angústia; a antologia Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa [com José Tolentino Mendonça]; e O Homem Fatal, crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams, Martin Crimp e David Mamet. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.

Assista em directo a esta conversa promovida pela Camara Municipal de Oeiras e produzida por The Book Company.
Caso pretenda colocar alguma questão ao entrevistado, envie antecipadamente a mesma via email para: lerolhosnosolhos@tbco.pt
A Espaço e Memória é parceira deste evento pelo que pode assistir ao mesmo na página da Associação em:
https://www.facebook.com/espacoememoria

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Carlos Alberto Gomes Monteiro (Cedofeita, Porto; 14 de Junho de 1955) é licenciado em filosofia, nunca tendo exercido actividade profissional relacionado com os estudos.

Tímido diz que “nasceu com a bola debaixo do braço e passava os dias de infância com a bola”. Na sua juventude era devorador de revistas sobre música tendo por isso ganho a alcunha T. Tinha o grande sonho de ser músico, mas o máximo que conseguiu foi uma guitarra, de qualidade inferior, aos 17 anos. “Para se ter uma guitarra era preciso dinheiro”. E para ter liberdade e autonomia financeira era preciso trabalhar e garantir fonte de rendimento. Começou a trabalhar aos 14 anos num escritório e mais tarde foi funcionário do Banco de Portugal.
Viciado no rock anglo-saxónico e na poesia, aos 22 anos escreveu a sua primeira letra – Chico Fininho – a que se seguiram muitas outras interpretadas por Rui Veloso, Salada de Frutas, Jafumega, Trovante, Mariza, André Sardet, Clã, Ana Moura, Jorge Palma…
Carlos Tê gosta de escrever cancões com pessoas lá dentro e lamenta que já não se produzam discos com a intensidade de outros tempos. Agora é tudo online e muito imediato, comenta.
Escritor, letrista, cronista dos jornais “Público” e “Expresso”, é também autor de alguns musicais e de contos e narrativa
Assista em directo a esta conversa promovida pela Camara Municipal de Oeiras e produzida por The Book Company.
Caso pretenda colocar alguma questão ao entrevistado, envie antecipadamente a mesma via email para: lerolhosnosolhos@tbco.pt
A Espaço e Memória é parceira deste evento pelo que pode assistir ao mesmo na página da Associação em:
https://pt-pt.facebook.com/espacomemoria

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Em deambulações pelo «facebook», em 13 de Maio passado, recolhemos este testemunho de Vítor Serrão sobre José Meco que, reconhecidamente, não queremos deixar de divulgar:

«O BOM GIGANTE da História da Arte chama-se José Meco e faz hoje sessenta e nove anos. Não existem muitos sábios assim e não podemos dar-nos ao luxo de os esquecer. Desde há muito reconhecido como nome-referência no campo da Azulejaria, é o maior entusiasta do estudo, salvaguarda e divulgação do Património artístico português no Mundo. Um senhor grande de alma cheia e paixão sem limite, cujo saber sobre azulejo, cerâmica, talha, mobiliário, escultura, artes decorativas, e também sobre arquitectura e as demais artes, atinge dimensão internacional. Tudo o que existe à face da Terra que tenha a ver com o Azulejo enquanto traço vernáculo da nossa cultura já foi em algum momento visto, identificado e valorizado pelo Zé Meco ! Todavia, tanto saber rima com uma modéstia e discrição sem limites, pelo que a sua obra imensa, dispersa por revistas, catálogos, actas de congresso, relatórios e artigos, reclama com urgência uma edição-síntese sobre o sentir dos acervos azulejares portugueses. Um livro imperioso — para quando ?»

(https://www.facebook.com/100001766334152/posts/3863676963701143/?sfnsn=mo)

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