EMACO

Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras


Com a devida vénia, reproduzimos a conversa havida entre José d’Encarnação e Salvato Teles de Menezes, integrada nas Conversas de Cascais, sob o tema Cascais, a Guarda Avançada de Lisboa. Conforme nos diz José d’Encarnação:

«A conversa foi gravada num monumento emblemático de Cascais: a Fortaleza de Nossa Senhora da Luz! Insere-se nas comemorações dos 657 anos da elevação de Cascais a vila.

Aí vai o atalho para quem tiver pouco mais que 21 minutos para ouvir: https://www.youtube.com/watch?v=RwZH3q29lwk

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Pedro Mexia nasceu em Lisboa em 1972.
Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica.
É poeta, cronista, editor, dramaturgo, crítico literário, tradutor, comentador, assessor do Presidente da República para a área da cultura.
Foi subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema. Dirige a colecção de poesia da Tinta-da-china e co-dirige a revista literária Granta em Língua Portuguesa.
Desde 2006 que edita poesia, prosa e crónicas.

Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, Contemplação Carinhosa da Angústia; a antologia Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa [com José Tolentino Mendonça]; e O Homem Fatal, crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams, Martin Crimp e David Mamet. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.

Assista em directo a esta conversa promovida pela Camara Municipal de Oeiras e produzida por The Book Company.
Caso pretenda colocar alguma questão ao entrevistado, envie antecipadamente a mesma via email para: lerolhosnosolhos@tbco.pt
A Espaço e Memória é parceira deste evento pelo que pode assistir ao mesmo na página da Associação em:
https://www.facebook.com/espacoememoria

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Carlos Alberto Gomes Monteiro (Cedofeita, Porto; 14 de Junho de 1955) é licenciado em filosofia, nunca tendo exercido actividade profissional relacionado com os estudos.

Tímido diz que “nasceu com a bola debaixo do braço e passava os dias de infância com a bola”. Na sua juventude era devorador de revistas sobre música tendo por isso ganho a alcunha T. Tinha o grande sonho de ser músico, mas o máximo que conseguiu foi uma guitarra, de qualidade inferior, aos 17 anos. “Para se ter uma guitarra era preciso dinheiro”. E para ter liberdade e autonomia financeira era preciso trabalhar e garantir fonte de rendimento. Começou a trabalhar aos 14 anos num escritório e mais tarde foi funcionário do Banco de Portugal.
Viciado no rock anglo-saxónico e na poesia, aos 22 anos escreveu a sua primeira letra – Chico Fininho – a que se seguiram muitas outras interpretadas por Rui Veloso, Salada de Frutas, Jafumega, Trovante, Mariza, André Sardet, Clã, Ana Moura, Jorge Palma…
Carlos Tê gosta de escrever cancões com pessoas lá dentro e lamenta que já não se produzam discos com a intensidade de outros tempos. Agora é tudo online e muito imediato, comenta.
Escritor, letrista, cronista dos jornais “Público” e “Expresso”, é também autor de alguns musicais e de contos e narrativa
Assista em directo a esta conversa promovida pela Camara Municipal de Oeiras e produzida por The Book Company.
Caso pretenda colocar alguma questão ao entrevistado, envie antecipadamente a mesma via email para: lerolhosnosolhos@tbco.pt
A Espaço e Memória é parceira deste evento pelo que pode assistir ao mesmo na página da Associação em:
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Em deambulações pelo «facebook», em 13 de Maio passado, recolhemos este testemunho de Vítor Serrão sobre José Meco que, reconhecidamente, não queremos deixar de divulgar:

«O BOM GIGANTE da História da Arte chama-se José Meco e faz hoje sessenta e nove anos. Não existem muitos sábios assim e não podemos dar-nos ao luxo de os esquecer. Desde há muito reconhecido como nome-referência no campo da Azulejaria, é o maior entusiasta do estudo, salvaguarda e divulgação do Património artístico português no Mundo. Um senhor grande de alma cheia e paixão sem limite, cujo saber sobre azulejo, cerâmica, talha, mobiliário, escultura, artes decorativas, e também sobre arquitectura e as demais artes, atinge dimensão internacional. Tudo o que existe à face da Terra que tenha a ver com o Azulejo enquanto traço vernáculo da nossa cultura já foi em algum momento visto, identificado e valorizado pelo Zé Meco ! Todavia, tanto saber rima com uma modéstia e discrição sem limites, pelo que a sua obra imensa, dispersa por revistas, catálogos, actas de congresso, relatórios e artigos, reclama com urgência uma edição-síntese sobre o sentir dos acervos azulejares portugueses. Um livro imperioso — para quando ?»

(https://www.facebook.com/100001766334152/posts/3863676963701143/?sfnsn=mo)

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Algumas imagens evocativas da sessão de inauguração da Exposição FORTIFICAÇÕES DE OEIRAS – Património do Tejo e do Mundo, resultado da parceria entre a Câmara Municipal de Oeiras e da Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras, que conta com Joaquim Boiça como organizador e comissário da exposição, bem como coordenador do eixo Património Marítimo de Oeiras27, em que esta iniciativa se insere:

O painel onde se expõem as fotografias que o Núcleo de Fotografia de Oeiras disponibilizou para esta iniciativa

Conforme oportunamente informámos, os sócios da Espaço e Memória bem como os elementos do Núcleo de Fotografia de Oeiras terão a possibilidade de, mediante inscrição em datas a anunciar, efectuar uma visita guiada, orientada por Joaquim Boiça.

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Alice Vieira nasceu em Lisboa no ano de 1943.
Trabalhou no Diário de Lisboa, no Diário Popular e no Diário de Notícias, de onde saiu para se dedicar inteiramente à escrita. É autora de romances e poesia, com destaque para a literatura infantil e juvenil. “Rosa, minha irmã Rosa”, “Úrsula, a maior”, “Viagem à roda do meu nome” e “Meia hora para mudar a minha vida” são alguns dos livros publicados.
Alice Vieira é uma das mais importantes escritoras portuguesas para jovens, tendo ganho grande projeção nacional e internacional. Foi igualmente apresentada por duas vezes, como candidata ao ALMA (Astrid Lindgren Memorial Award).
As suas obras foram traduzidas para várias línguas, como o alemão, o búlgaro, o espanhol, o galego, o catalão, o francês, o húngaro, o holandês, o russo, o italiano, o chinês, o servo-croata e o coreano
Muitos dos seus livros fazem parte do Plano Nacional de Leitura e é, nesse âmbito, que se tem deslocado às escolas de todo o país, uma parte da sua atividade que diz gostar particularmente.
Assista em directo a esta conversa promovida pela Camara Municipal de Oeiras e produzida por The Book Company.
Caso pretenda colocar alguma questão à autora, envie antecipadamente a mesma via email para: lerolhosnosolhos@tbco.pt
A Espaço e Memória é parceira deste evento pelo que pode assistir ao mesmo na página da Associação em:
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Estará disponível ao público, a partir do próximo dia 12 de Maio, no Palácio do Egipto, em Oeiras, a Exposição FORTIFICAÇÕES DE OEIRAS – Património do Tejo e do Mundo, que conta com a parceria entre a Câmara Municipal de Oeiras e a Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras na sua organização e conta ainda com a colaboração do Núcleo de Fotografia de Oeiras, no que concerne a disponibilização de imagens da zona ribeirinha e das suas fortificações.

Atendendo às restrições que se mantêm quanto à utilização de espaços deste tipo, a Espaço e Memória irá organizar visitas guiadas, a cargo de Joaquim Boiça, o comissário desta exposição, em dias a anunciar, mediante inscrição prévia dos interessados. Tão brevemente quanto possível divulgaremos essas datas de visita e o modo de inscrição.

Estas visitas guiadas são destinadas exclusivamente aos associados da Espaço e Memória e seus familiares e aos elementos do Núcleo de Fotografia de Oeiras.

Apresentamos o anúncio oficial efectuado pela Câmara Municipal de Oeiras, reiterando a informação de que a abertura ao público terá lugar apenas a partir do dia 12 de Maio, em horário a anunciar:

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