Autores


No próximo dia 18 de Abril, às 16 horas, na Casa da Malta e inserida na rubrica Livros e Autores na Casa da Malta, será apresentado, com autoria de Eduardo Martins, o livro “ALGUNS ESCRITOS HOSPITALARES… E OUTROS COMPLEMENTARES…”, começa com o autor a contar como Partiu um Pé, e por causa disso, teve de ir ao Hospital do Bombarral em 1959, tinha catorze anos…

Continua com um Furúnculo na sua Nádega direita, tratado em 1963, no “Posto da Caixa” em Alcântara; segue-se uma Extração da Vesicula em 2014, no Hospital de Cascais.

Um Enfarte em 2016 com Internamento no Hospital de Cascais, e a Colocação de um “By Pass”, também em 2016, no Hospital de Santa Cruz em Carnaxide.

No “Ano do COVID”, 2020, uma ida à Urgência do Hospital de Cascais, para fazer o Teste, e também Operações às Cataratas no Hospital da Cruz Vermelha em Lisboa; Os Rastreios finais do COVID, também no Hospital de Cascais.

Outras “visitas” foram ocorrendo…

Estes “Escritos…” abrangem, portanto, vários episódios ao longo de 66 anos da vida do autor, com permanências de duração variável em Instituições Hospitalares, tendo ele procurado relatá-los do modo mais “ligeiro” possível…

Como sempre, contamos consigo, pois a sua presença é fundamental para o enriquecimento da iniciativa.

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Apresentamos as nossas propostas para o mês de Março:

DIA 14 de março | Casa da Malta | 16H00

No próximo dia 14 de março (sábado), com início às 16h00 horas, e integrando a rubrica Livros e Autores na Casa da Malta, terá lugar na nossa sede (Casa da Malta – Rua dos Lagares da Quinta, em Oeiras)a apresentação de dois livros: Guincho – Uma Revoada de Histórias,de autoria de Margarida Magalhães Ramalho (apresentação de Joaquim Boiça)editado pela Câmara Municipal de Cascais, e A Lei da Separação do Estado das Igrejas e as suas Implicações no concelho de Alenquer, de autoria de Ana Gaspar, editado pela Alenculta, Associação Cultural do Concelho de Alenquer.

DIA 21 março | Convento dos Cardaes (Alcântara – Lisboa) | 15H00

Visita guiada ao Convento dos Cardaes (Igreja, dependências conventuais e museu), um dos mais notáveis conjuntos da arte barroca portuguesa), pelo Professor José Meco

Visita: 15H00 – 17H00 

Inscrição obrigatória *

Bilhete: 5,00 €

Lanche (opcional) | Serviço no Claustro do Convento

Inscrição obrigatória *

15,00 € (chá e 3 peças de doçaria – scones e bolos)

* No acto de inscrição indicar as opções pretendidas

 DIA 29 março | Casa da Malta | 16H00

Cláudia Fonseca (narradora) e João Paulo Oliveira (músico) partilham uma sessão de contos eróticos amorosos, contos de amor erotizados, histórias em prosa e verso, contadas e cantadas, bem temperadas com muito humor, pimenta e outras especiarias que tais…

 CLÁUDIA FONSECA nasceu no Rio de Janeiro, mas tem suas raízes no nordeste do Brasil e de lá vem a sua voz de contadora. Vive em Portugal desde 1992, país onde se fez psicoterapeuta e narradora oral há já uns bons anos. Partilha a vida profissional entre a clínica, a narração, a investigação e a dança, desenvolvendo inúmeras atividades no âmbito da narração oral, mediação de leitura, programação e formação, em contextos e para públicos muito diversos. Participa regularmente em encontros e festivais, dentro e fora de Portugal. Traz na sua bagagem histórias de muitos lugares e tempos, contos tradicionais e de autor, cantigas, histórias de família e casos, de que gosta muito e que mistura aos contos que conta.

JOÃO PAULO OLIVEIRA. De há vinte e cinco anos a esta parte, um cantinho e um violão chegam para ser feliz e interpretar à sua maneira os seus ídolos musicais da música popular portuguesa, brasileira e sul-americana. Tem participado em vários projetos musicais que lhe têm dado muito prazer e poucos aborrecimentos. Gosta de passar a palavra e de acompanhar quem conta um conto e lhe acrescenta um ponto.”

Duração: 60 a 90 minutos | adultos. A entrada é livre.

Lá estaremos à vossa espera.

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Propomos uma aliciante tarde de domingo, dia 30 de Novembro, na nossa sede e a partir das 15:30 horas, com dois convidados, Guilherme Cardoso e Manuel Mota, ambos com dois tão interessantes quanto diversificados projectos:

– de Guilherme Cardoso, apresentação e conversa sobre o seu recente livro Crónicas de Cascais, com coordenação de Joaquim Boiça.

Algumas imagens da sessão, da autoria de Jorge Castro:

  – de Manuel Mota, descrição da epopeia de uma família para reescrever “Os Lusíadas”.

Há quase um século, o avô Alfredo Motta lembrou-se de, «com personalidades da nossa época, reviver, escrita à mão, a imortal obra de Camões», com 1.102 estrofes. Uma por cada individualidade. Hoje, o projeto está nas mãos do neto Manuel Mota e reúne, entre muitas outras, transcrições feitas por 12 Presidentes da República. (Ver informação detalhada no artigo da Visão, no ficheiro .pdf anexo).

Como sempre, a sua presença enriquecerá esta nossa iniciativa, pelo que contamos consigo.

Algumas imagens da sessão, da autoria de Jorge Castro:

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No próximo dia 27 de Setembro (sábado), às 16 horas, na Casa da Malta, integrada na programação de evocação dos 50 anos de Abril de 74, esta iniciativa conta com a presença de Irene Hipólito dos Santos, filha do autor, que reuniu e organizou os textos biográficos de um dos mais destacados militantes antifascistas portugueses, e de Margarida Magalhães Ramalho e Joaquim Boiça, em conversa partilhada. 

Breve registo biográfico:

José Hipólito dos Santos nasceu no Porto, em 1932. 

Economista, dirigente cooperativista, pertenceu ao MUD-Juvenil e colaborou na Seara Nova e nos Cadernos de Circunstância. Participou na Revolta da Sé e no Golpe de Beja, foi preso político do Estado Novo e exilado em Argel, membro do Comité de Acção da EPHE (Sorbonne) em Maio de 68 e dirigente do MAR, LUAR e PRP. Foi quadro superior da CUF; presidente do Ateneu Cooperativo e da Associação dos Inquilinos Lisbonenses; professor universitário em Paris -XIII, no ISE e no ISPA; perito das Nações Unidas; fundador da SEIES; membro da Alliance Pour Un Monde Responsable, Pluriel et Solidaire e da DRD-Démocratiser Radicalement la Démocratie e participante da Assembleia Mundial de Cidadãos. 

É autor de diversos livros, como Maneiras Cooperativas de Agir e Pensar (Edições Universitárias Lusófonas, Lisboa, 2009); Felizmente Houve a Luar (Âncora Editora, Lisboa, 2011); A Revolta de Beja (Âncora Editora, Lisboa, 2012) e Sem Mestres Nem Chefes (Letra Livre, Lisboa, 2014).

Algumas fotografias, da autoria de Carlos Ricardo:

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No dia 21 de Junho, na Casa da Malta, pelas 16 horas, teve lugar mais um desenvolvimento desta Exposição de fotografia, em diálogo com os três autores: Manuel Aguiar, Carlos Ricardo e José Fânzeres. A sessão teve a apresentação de Eduardo Martins.

Algumas imagens da autoria de Jorge Castro:

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