Cumpriu-se, no dia 23 de Agosto, no Palácio do Egipto, em Oeiras, mais uma das sessões das Palestras em Noites de Verão, organizadas pela EMACO e com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
Desta feita, tivemos o nosso estimado professor José Meco, dissertando, com o seu costumeiro brilhantismo, sobre o tema Colecção Pombalina – um museu pensado ainda por cumprir.

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Estará connosco Rodrigo Dias, no próximo dia 9 de Agosto, às 21 h, no Palácio do Egipto, em Oeiras, com um tema muito apelativo: Paisagens, Desenhos e Urbanismos, sonhados e desaparecidos…

Esta sessão conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
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Continuando as nossas sessões dos Diálogos de Verão, é já amanhã que terá lugar, no Palácio do Egipto, pelas 21 horas, e tendo como palestrante Joaquim Boiça, a segunda sessão desta série.
O tema, apelativo como sempre, será
Oeiras Ribeirinha – Arqueologia da Paisagem
Projectos e representações do passado (sécs. XVI – XX)

Estas palestras decorrem com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
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Vão ter início, na nossa programação de Verão, as nossas já habituais Conversas de Verão, palestras sobre Oeiras, desta feita sob o tema Oeiras Imaginada e Desaparecida.
Relativamente aos anos anteriores, esta série de palestras ocorrerá às quintas-feiras, no Palácio do Egipto, em Oeiras, com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.

Como tem sido nossa matriz, estas Conversas iniciam-se com o Professor Jorge Miranda, no próximo dia 26 de Julho, às 21h, no Palácio do Egipto.
O aliciante tema desta primeira palestra será Contra a Pobreza: uma Gorada Congregação Filantrópica Oitocentista.

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O Luís Corredoura é um jovem escritor que nos vem falar sobre A Escrita do Romance Histórico, Entre a Realidade e a Ficção.
Como sempre almoço pelas 12h45/13h e palestra lá para as 14h30/15h, seguem em anexo o cartaz.
O repasto terá lugar no Restaurante Leões da Tribo, em sala própria, no 1º andar, em Porto Salvo, no Pavilhão dos Leões de Porto Salvo.
Nota biográfica sobre o palestrante, pelo próprio:
“Nasci aquando do chamado “Verão Quente” precisamente naquela região que Gil Vicente dizia – in “Breve Sumário da História de Deus” – ser “terra de cardos, pedras e do diabo”. Em relação aos dois primeiros atributos, não há a mínima dúvida. Pode haver escassez de muita coisa em Pêro Pinheiro, excepto de riqueza pétrea. O mesmo sucede com os cardos, plantas que amiúde porfiavam em ficar com pedaços da indumentária que envergava aquando da minha meninice, nos tempos em que o tempo passava sem que dele houvesse noção, em brincadeiras com os amigos nos chãos de terra batida, outrora esventrada para dela se extrair o lioz com que se ergueu metade do país antes e depois de 1755. Quanto ao diabo… bom, isso daria azo a muitas histórias, pelo que fica para uma outra ocasião.
Em relação aos meus misteres… Sou arquitecto e mestre em Reabilitação do Património Arquitectónico e Paisagístico. Além de projectos que por vezes se consubstanciam em betão e ferro, faço igualmente amiúde outro tipo de “debuxos”, os “literários”. Até ao momento, dos vários manuscritos guardados na gaveta, três estão editados – “Nome de Código Portograal” – Grande Prémio Adamastor de Literatura Fantástica 2014 e Encouragement Award 2015 da European Science Fiction Society -, “Lusitano Fado” – Livro RTP 2014 – e “O Senado – história de uma conspiração” -, assim como uma tradução – “História da Espionagem e o Mundo dos Serviços Secretos” -, todos pela Marcador / Ed. Presença…”

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