Circunstâncias diversas a que somos alheios obrigam a que seja adiado o II Colóquio | Arte – História – Património, que estava programado para os dias 12 e 13 de Julho.
As nossas desculpas pela situação e eventuais transtornos criados.
Voltaremos a entrar em contacto quando for possível reagendar esta iniciativa, agradecendo, antecipadamente, a vossa compreensão.
A Espaço e Memória, Associação Cultural de Oeiras e o Clube para Unesco da Paisagem Cultural do Estuário do Tejo foram os convidados no jantar anual da Escola Náutica Treino de Mar, com a presença de alguns dos seus associados e de Joaquim Boiça, em sua representação, que na ocasião dissertou sobre o tema da navegação e dos naufrágios históricos na barra do Tejo, em particular o da Nau Nossa Senhora dos Mártires.
Do sítio web da Treino do Mar retiramos a seguinte notícia: «No passado dia 4 de junho, realizámos mais um jantar Treino de Mar, com casa cheia — mais de 100 participantes! Tivemos o privilégio de receber como orador convidado o historiador e museólogo Joaquim Boiça, que nos guiou por um fascinante mergulho na história com o tema: “Navegar e Naufragar na Barra do Tejo – O caso do naufrágio da Nau Nossa Senhora dos Mártires em 1606”. Foi uma noite de partilha, convívio e conhecimento náutico que muito nos inspira a continuar a explorar o mar e as suas histórias. Obrigado a todos pela presença!».
No próximo dia 17 de Maio (sábado), pelas 15 horas, na Casa da Malta, teremos oportunidade de assistir à palestra com o desafiante título A Conquista de Lisboa em 1580 contada por um soldado alemão, em sessão levada a efeito pelo nosso associado Bernardo Jerosch Herold, com moderação a cargo de Margarida Magalhães Ramalho e Joaquim Boiça.
A conquista de Lisboa em 1580 pelos exército e armada castelhanos sancionou a ocupação do trono português por Filipe II de Espanha e abriu caminho a uma realidade política e dinástica que se prolongaria até 1640.
Apesar da sua importância histórica, este acontecimento foi secundarizado durante muito tempo pela historiografia peninsular e apenas recentemente começou a suscitar o interesse e a atenção dos historiadores na compreensão global das condições que conduziram à criação e afirmação da dinastia filipina.
O exército invasor integrou diversos corpos armados estrangeiros, no seio dos quais se produziram alguns relatos vivenciais da experiência da guerra, sendo, no seu conjunto, fontes de informação de importância capital para a leitura do processo militar que conduziu à perda da independência nacional.
É em torno desta realidade que se centra a intervenção de Bernardo Jerosch Herold, que partilhará connosco o estudo histórico que está a desenvolver do relato de um soldado alemão, que testemunhou os principais episódios militares que conduziram à subjugação de Lisboa, em 1580.
A entrada é livre e, como sempre, contamos muito com a vossa presença.
Convidam-se todos os associados e amigos a estar presentes, no próximo dia 14 de Abril (segunda-feira), pelas 17h30, na Casa da Malta, na Palestra do Professor Galopim de Carvalho,Geo-história do Estuário do Tejo, iniciativa que marca o início de actividade do Clube para Unesco da Paisagem Cultural do Estuário do Tejo, criado sob a égide da Espaço e Memória, Associação Cultural de Oeiras, a ter lugar no dia 14 de Abril, segunda-feira, pelas 17h30, na Casa da Malta.
António Marcos Galopim de Carvalho – alguns dados biográficos
Nasceu em Évora em 1931
É licenciado desde 1959 em Ciências Geológicas, pela Universidade de Lisboa
Doutorado em Sedimentologia e Geologia – E em Sedimentologia (3ème cycle) pela Universidade de Paris (1964) e em Geologia (1969) pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
É Professor jubilado, Escritor, Divulgador de Ciência.
Autor de vasta bibliografia científica, de divulgação e de ficção.
Dirigiu o Museu Mineralógico e Geológico da Faculdade de Ciências de Lisboa, de 1983 a 1992, e o Museu Nacional de História Natural (MNHN), de 1992 a 2003, onde foi o mentor e responsável científico de sucessivos projetos de investigação nas áreas da Geologia Marinha e da Paleontologia dos Dinossáurios.
É autor de vasta bibliografia científica, de divulgação e de ficção. Para além de ter assinado cerca de 300 títulos (entre artigos científicos, de divulgação científica e de opinião), tem proferido nas duas últimas décadas conferências e participado em colóquios e debates por todo o país e no estrangeiro.
Actualmente, continua a trabalhar na divulgação, salvaguarda e valorização do património geológico nacional.
Divulgamos a nossa próxima iniciativa – composta por duas palestras – com Elisabete Brites, que nos irá falar sobre A Estética Kitsch, que terá lugar nos próximos sábados, dia 22 de Fevereiro e dia 08 de Março, pelas 16h30, na nossa sede (Casa da Malta – Rua dos Lagares da Quinta, Oeiras)
No dizer de Abraham Moles «O Kitsch jamais nos deixa indiferentes» e, nas palavras do também filósofo e sociólogo Theodor Adorno, ele constitui «… uma das mais frequentes formas de relação entre o homem e as coisas, por meio de uma relação afectiva e sentimental».
Partindo destas ideias padrão, Elisabete Brites convoca-nos, numa primeira palestra, para uma reflexão sobre a estética Kitsch, centrada na análise de três universos de referência: a decoração de interiores, os gadgets e as expressões religiosas. Na segunda parte, Elisabete Brites debruçar-se-á sobre Arquitectura e Jardins
No Salão Nobre do Palácio do Marquês de Pombal, teve lugar o Colóquio com o tema «Aspectos da Iconografia Cristã», que contará com as presenças de Lina Oliveira, José Meco e Joaquim Boiça,
Algumas imagens do Colóquio, da autoria de Jorge Castro:
2026-07-24 - No âmbito das celebrações do Dia da Arqueologia em Portugal, a Câmara Municipal de Cascais apresenta o livro "A Presença Romana em Cascais: Um Território da Lusitânia Ocidental", uma obra da autoria de Guilherme Cardoso e José d’Encarnação, que revela a relevância histórica e arqueológica do concelho no contexto da antiga Lusitânia.
Esta iniciativa terá lugar a 24 de julho de 2026, pelas 18h, no Centro de Interpretação do Espaço Rural instalado no Casal Saloio de Outeiro de Polima, no Largo do Chafariz, em Outeiro de Polima.
Resultado de décadas de investigação e estudo do património local, esta publicação conduz o leitor numa viagem desde os tempos proto-históricos até ao período tardo-romano e visigodo, dando a conhecer as "villae", os modos de vida, as atividades económicas, as práticas religiosas e funerárias e a integração deste território no mundo romano.
Através de uma abordagem rigorosa e acessível, enriquecida com fotografias e ilustrações, o livro destaca a riqueza arqueológica de Cascais e sensibiliza para a sua preservação. Mais do que uma obra de referência, é um convite à descoberta de um legado que continua presente na identidade e na paisagem do concelho.Mais informações: 214 825 210 (chamada para a rede fixa nacional) | em dias úteis das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 18h00. Organização: Câmara Municipal de Cascais
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