Parcerias


Numa notável iniciativa, sob organização empenhada de José Fernando Mendonça, terá lugar a terceira edição da Maratona de Poesia de Oeiras, no próximo dia 21 de Março, em vários locais do centro histórico de Oeiras.

As entradas são livres em qualquer dos diversos locais onde esta iniciativa terá lugar e contará, como habitualmente, com a participação activa de vários associados da Espaço e Memória, entre os seus múltiplos participantes. Do texto de apresentação:

No dia 21 de Março de 2022, segunda-feira, entre as 14:00 e as 24:00, realiza-se, em Oeiras,
pelo terceiro ano, uma Maratona de Poesia, esperando nós que seja uma Festa da Poesia.
Pretende-se, desta forma, comemorar o Dia Mundial da Poesia, com 58 sessões, a decorrer em
vários espaços no Centro Histórico de Oeiras.
É uma realização conjunta das seguintes Entidades/ Organizações: Poesia com Chá Luchapa; Chá
da Barra Villa; Livraria Galeria Municipal Verney; Centro de Artes de Oeiras (DRAMAX);
Livraria GATAfunho; Biblioteca Operária Oeirense; Garrafeira da Confraria do Vinho de
Carcavelos; Universidade Sénior de Oeiras (USO); Universidade Sénior Nova Atena; Centro
Cultural de Oeiras (CENCO); Espaço e Memória, Associação Cultural de Oeiras; MAPA,
Associação Cultural; A Voz de Paço de Arcos, com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e da
União de Freguesias de Oeiras, Paço de Arcos e Caxias (UFOPAC).

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Decorreu, no passado dia 21 de Novembro, na nossa sede, a apresentação da curta metragem, da autoria da nossa associada Graça Patrão, «Orey e a Quinta dos 7 Castelos», em sessão muito concorrida:

Na imagem, os actores Teresa Jerónimo e Eurico Lopes numa cena da curta metragem

No dia 22 de Novembro teve lugar, na Biblioteca Operária Oeirense, uma mostra fotográfica organizada pelo Núcleo de Fotografia de Oeiras, em homenagem a três dos seus elementos que nos deixaram, em 2021: Fernando Carvalho, Lídia Fidalgo e Vítor Carreira.

Na mesma altura foi apresentado o segundo catálogo de fotografias do Núcleo de Fotografia de Oeiras (NFO), 2020/21, onde também participam vários associados nossos e que contou com o apoio à publicação da Espaço e Memória, existindo exemplares que os associados interessados poderão adquirir nas nossas instalações.

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Caras e caros Associados,

Temos o gosto de vos fazer chegar o convite da Câmara Municipal de Oeiras para as conferências a realizarem-se no âmbito da exposição “Fortificações de Oeiras: Património do Tejo e do Mundo” que terão lugar no Centro Cultural Palácio do Egipto. A calendarização das mesmas encontra-se na imagem abaixo sendo que, devido ao contexto pandémico que atravessamos, as mesmas têm como lotação máxima 15 pessoas e carecem de inscrição prévia através do

email ccpegipto@cm-oeiras.pt

ou telefone 214 408 781.

ESPAÇO E MEMÓRIA – Associação Cultural de Oeiras

A Direcção

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Pedro Mexia nasceu em Lisboa em 1972.
Licenciou-se em Direito pela Universidade Católica.
É poeta, cronista, editor, dramaturgo, crítico literário, tradutor, comentador, assessor do Presidente da República para a área da cultura.
Foi subdirector e director interino da Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema. Dirige a colecção de poesia da Tinta-da-china e co-dirige a revista literária Granta em Língua Portuguesa.
Desde 2006 que edita poesia, prosa e crónicas.

Organizou um volume de ensaios de Agustina Bessa-Luís, Contemplação Carinhosa da Angústia; a antologia Verbo: Deus como Interrogação na Poesia Portuguesa [com José Tolentino Mendonça]; e O Homem Fatal, crónicas escolhidas de Nelson Rodrigues. Traduziu Robert Bresson, Tom Stoppard, Hugo Williams, Martin Crimp e David Mamet. Em 2015 e 2016 integrou o júri do Prémio Camões.

Assista em directo a esta conversa promovida pela Camara Municipal de Oeiras e produzida por The Book Company.
Caso pretenda colocar alguma questão ao entrevistado, envie antecipadamente a mesma via email para: lerolhosnosolhos@tbco.pt
A Espaço e Memória é parceira deste evento pelo que pode assistir ao mesmo na página da Associação em:
https://www.facebook.com/espacoememoria

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Carlos Alberto Gomes Monteiro (Cedofeita, Porto; 14 de Junho de 1955) é licenciado em filosofia, nunca tendo exercido actividade profissional relacionado com os estudos.

Tímido diz que “nasceu com a bola debaixo do braço e passava os dias de infância com a bola”. Na sua juventude era devorador de revistas sobre música tendo por isso ganho a alcunha T. Tinha o grande sonho de ser músico, mas o máximo que conseguiu foi uma guitarra, de qualidade inferior, aos 17 anos. “Para se ter uma guitarra era preciso dinheiro”. E para ter liberdade e autonomia financeira era preciso trabalhar e garantir fonte de rendimento. Começou a trabalhar aos 14 anos num escritório e mais tarde foi funcionário do Banco de Portugal.
Viciado no rock anglo-saxónico e na poesia, aos 22 anos escreveu a sua primeira letra – Chico Fininho – a que se seguiram muitas outras interpretadas por Rui Veloso, Salada de Frutas, Jafumega, Trovante, Mariza, André Sardet, Clã, Ana Moura, Jorge Palma…
Carlos Tê gosta de escrever cancões com pessoas lá dentro e lamenta que já não se produzam discos com a intensidade de outros tempos. Agora é tudo online e muito imediato, comenta.
Escritor, letrista, cronista dos jornais “Público” e “Expresso”, é também autor de alguns musicais e de contos e narrativa
Assista em directo a esta conversa promovida pela Camara Municipal de Oeiras e produzida por The Book Company.
Caso pretenda colocar alguma questão ao entrevistado, envie antecipadamente a mesma via email para: lerolhosnosolhos@tbco.pt
A Espaço e Memória é parceira deste evento pelo que pode assistir ao mesmo na página da Associação em:
https://pt-pt.facebook.com/espacomemoria

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