Tome, por favor e no seu interesse, nota das datas das três exposições que lhe propomos, com datas exclusivas para os associados da Espaço e Memória.
– Dia 22 de Julho – 17 horas – no Forte de São Bruno de Caxias – Conforme o anúncio/convite do Centro Português de Actividades Subaquáticas (CPAS): «Gostaríamos de vos convidar para visitar a exposição “Imersão: Um Percurso Histórico”, presente no Forte de São Bruno, em Caxias.
Esta exposição, organizada pelo Centro Português de Actividades Subaquáticas a convite da Associação dos Amigos dos Castelos e da Câmara Municipal de Oeiras, apresenta ao público a história do nosso encontro com o fundo do mar. É uma proposta de visão interdisciplinar da velha relação do Homem com a Água, um esboço do potencial temático a explorar a partir das colecções museológicas do CPAS e também, uma homenagem a todos aqueles que não regressaram das suas imersões.
– Dia 26 de Julho – 15 horas – no Palácio do Egipto, em Oeiras – visita à exposição «Sentir a Revolução». Esta mostra leva os visitantes pelo ambiente e sons dos acontecimentos que conduziram Portugal ao 25 de Abril de 1974. «Desde a longa repressão do Estado Novo, à Primavera Marcelista, sobrevoando a guerra em África e apresentando as questões corporativas dos Oficiais Milicianos que serviram de gatilho à saída dos militares para a rua, alimentados pela vontade ‘de inventar um outro destino para Portugal’, como descrevia Eduardo Lourenço».
Também na parte final desta visita ocorrerá a apresentação do livro «Há Sempre Alguém Que Diz Não», com edição da Espaço e Memória e a presença de alguns dos protagonistas da luta dos estudantes do Ensino Secundário durante o Estado Novo, luta profusamente documentada nesta obra.
– Dia 08 de Agosto – 17 horas – Visita guiada à exposição «Luís Cristino da Silva – um percurso até Nova Oeiras», uma homenagem do município de Oeiras ao arquiteto Luís Cristino da Silva com exposição sobre a sua obra e que está patente no Círculo da Arquitetura, em Oeiras (no antigo Quartel dos Bombeiros de Oeiras, no centro histórico da vila).
A mostra apresenta uma seleção de projetos, maquetes e desenhos originais das várias fases do percurso profissional do arquiteto.
Todas estas iniciativas, com entrada livre, contam com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
No dia 21 de Junho, na Casa da Malta, pelas 16 horas, teve lugar mais um desenvolvimento desta Exposição de fotografia, em diálogo com os três autores: Manuel Aguiar, Carlos Ricardo e José Fânzeres. A sessão teve a apresentação de Eduardo Martins.
Inauguração da Exposição 3XLUZ dos fotógrafos Carlos Ricardo, Manuel Aguiar e José Fânzeres e apresentação do respectivo Catálogo, na Casa da Malta. Entrada livre.
Esta exposição conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras.
Algumas imagens da inauguração, da autoria de Jorge Castro:
No âmbito da programação associada à Exposição Há Sempre Alguém Que Diz Não (alusiva aos movimentos de luta dos estudantes do ensino secundário de Lisboa entre 1970 e 1974), adaptada e executada pela ESPAÇO E MEMÓRIA, patente na Escola Secundária Sebastião e Silva (antigo Liceu de Oeiras), terão lugar as seguintes iniciativas, entre as 10h00 e as 12h30:
– 10H00 – No Auditório 1 da Escola Sebastião e Silva, sessão Poemas e Canções da Resistência ao Fascismo, com Jorge Castro e João Paulo Oliveira, com entrada livre;
– Seguir-se-á a esta sessão uma visita orientada à Exposição, com Rui Cartaxo (um dos comissários da exposição e um dos antigos alunos do Liceu de Oeiras preso nas revoltas estudantis de 1973). Para esta visita existe pré-inscrição obrigatória (máximo de 35 pessoas), através do geral@espacoememoria.org.
A sua presença é, como sempre, elemento preponderante para o bom sucesso desta iniciativa. Contamos, pois, consigo!
A Escola Secundária Sebastião e Silva acolhe a exposição HÁ SEMPRE ALGUÉM QUE DIZ NÃO – queevoca a oposição dos estudantes do ensino secundário de Lisboa (1970-1974) à ditadura.
Enquadrada e apoiada pela Espaço e Memória, Associação Cultural de Oeiras, a exposição (anteriormente patente no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, em Lisboa, e na Biblioteca Pública de Grândola), pretende identificar e assinalar as diferentes dimensões do condicionamento imposto pelo regime ditatorial no ensino secundário e à vivência quotidiana dos jovens, bem como as formas de organização e de luta dos estudantes, que tiveram na prisão de 151 alunos, no dia 16 de dezembro de 1973, um dos momentos de maior significado.
Organizada em torno de temáticas abrangentes (Vigiar – Controlar – Punir – Prender – Desobedecer – Organizar – Liceus da Grande Lisboa – A Guerra Colonial e a do Vietnam – Contracultura), a exposição é complementada pela mostra de documentação diversificada da época e de pequenos documentários sobre alguns dos temas centrais.
No âmbito da exposição, aberta ao público entre 22 de Maioe 22 de Junho, terão lugar iniciativas paralelas, como visitas orientadas (guiadas por antigos alunos do Liceu de Oeiras, envolvidos nas lutas estudantis), colóquios e sessões de música e de poesia.
Nota – a sessão de inauguração, no dia 22 de Maio, apenas estará acessível por convite expresso.
– As visitas à exposição serão de segunda a sábado, entre as 10h00 e as 18h00 – com prioridade ao público escolar das segundas às quintas-feiras e ao público em geral nas sextas e sábados;
– As visitas de grupo (30 pessoas no máximo) serão coordenadas e guiadas por elementos do grupo promotor desta iniciativa. Nota – há dois horários reservados aos associados da Espaço e Memória, que oportunamente divulgaremos).
A coordenação e a adaptação expositiva devem-se a Joaquim Boiça e Fátima Rombouts de Barros. O enquadramento e o apoio museográfico a Rui Gomes, Rui Cartaxo, Ivone Ralha, António Salgueiro e Rita Areosa.
Prosseguindo a nossa evocação do «dia inicial, inteiro e limpo», estamos a dar-vos conhecimento de duas nossas importantes iniciativas para as quais queremos contar com a vossa presença:
– Dia 05 de Abril (sexta-feira), às 18h30, na Biblioteca Municipal de São Domingos de Rana e com o apoio da Câmara Municipal de Cascais, será inaugurada a exposição de fotografia A Vida Saiu À Rua Num Dia Assim, da autoria de Jorge Castro (ver convite anexo), que reúne um conjunto de setenta e cinco imagens, inéditas na sua maioria, obtidas pelo próprio entre os dias 25 de Abril e 1 de Maio de 1974.
Nesta exposição estará disponível o livro do autor, com o mesmo título (a confirmar), com um acervo fotográfico mais vasto e elucidativo.
– Dia 07 de Abril (domingo), às 9h30, no Auditório Municipal César Batalha, localizado no Centro Comercial do Alto da Barra, em Oeiras, terá lugar a nossa especial evocação do dia 25 de Abril de 1974.
Esta iniciativa, que conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras, contém uma variada programação que passamos a anunciar:
– Recepção
– Apresentação
– Intervenções do almirante Martins Guerreiro e do comandante Simões Teles (Associação 25 de Abril), Gaspar Matos (director do Departamento de Artes Cultura Turismo e Património Histórico da Câmara Municipal de Oeiras) e do historiador Joaquim Boiça (presidente da Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras)
– Canções e Poemas de Abril, com João Paulo Oliveira e Jorge Castro
– Lançamento do livro «A Vida Saiu À Rua Num Dia Assim», acervo fotográfico inédito de imagens obtidas entre o 25 de Abril e o 1º de Maio de 1974, da autoria de Jorge Castro, prefaciado por Joaquim Boiça, numa edição da Espaço e Memória.
– Grupo Coral da Mina de São Domingos
13h15 – Almoço evocativo e de convívio na Bataria da Lage (em Paço de Arcos).
Os interessados em participar no almoço deverão efectuar a sua inscrição, até ao próximo dia 02 de Abril, através do nosso email geral@espacoememoria.org, pois há limite de lugares. O pagamento respectivo será efectuado no local.
Contamos convosco. Contamos consigo. E, se muito bem lhe aprouver, traga outro amigo, também.
Este programa poderá sofrer alterações por razões imponderáveis.
NOTA IMPORTANTE – Nos dias 30 de Março e 05 de Abril a exposição sobre a obra de Nuno Teotónio Pereira, patente na Casa da Malta não estará visitável.
2026-10-16 e 17 - Pelo seu interesse, estamos a divulgar a seguinte iniciativa com participação da nossa associada Margarida Ramalho:
«O ProjetoJusta Memória - Nos 60 anos do reconhecimento de Aristides de Sousa Mendes como “Justo entre as Nações” pelo Yad Vashem (1966-2026)- pretende lembrar, homenagear e manter viva a memória do diplomata português e dos seus valores. Esta sessão evocativa é uma iniciativa do Projeto Memoshoá da Escola Secundária Quinta do Marquês e da Associação Memoshoá – Memória e Ensino do Holocausto. Conta com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras e a participação da Escola de Música Nossa Senhora do Cabo. Esta dupla sessão evocatória realiza-se nos dias 16 (sessão de abertura, às 20h) e 17 de outubro (às 15h), no Templo da Poesia, em Oeiras. As sessões são abertas à sociedade civil. Temos a honra de convidar Vª Exª para a apresentação deste projeto no dia 16 de outubro (sessão de abertura), no Templo da Poesia, em Oeiras, às 20h e também para o programa do dia 17 de outubro, no mesmo local, às 15h. Gostaríamos de poder contar consigo e o convite é extensível a acompanhantes. Na sessão será distribuída a folha de sala.
Se pretende assistir, queira, por favor, confirmar a sua presença até ao dia 15 de outubro, para este email: nelson.bernardo@esqm.pt.
Com os melhores cumprimentos, Pela Direção da Associação Memoshoá – Memória e Ensino do Holocausto - Nelson Bernardo e Luísa Godinho».
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