NOTA IMPORTANTE – Por razões que se prendem com as condições climáticas, de todos sobejamente conhecidas, mas também por ter sido decretado para amanhã, sábado, dia 07 de Fevereiro, alerta vermelho para o concelho de Oeiras, prevendo-se intensa pluviosidade, principalmente para a parte da tarde, lamentamos informar que a sessão «Contos Eróticos», com Cláudia Fonseca e João Paulo Oliveira, é adiada para data a anunciar oportunamente.
Pelo eventual transtorno, apresentamos o nosso pedido de desculpas, mas estamos certos da vossa compreensão.
Eis a proposta que vos fazemos para o próximo dia 07 de Fevereiro, às 17 horas, na Casa da Malta:
Cláudia Fonseca (narradora) e João Paulo Oliveira (músico) partilham uma sessão de contos eróticos amorosos, contos de amor erotizados, histórias em prosa e verso, contadas e cantadas, bem temperadas com muito humor, pimenta e outras especiarias que tais…
CLÁUDIA FONSECA nasceu no Rio de Janeiro, mas tem suas raízes no nordeste do Brasil e de lá vem a sua voz de contadora. Vive em Portugal desde 1992, país onde se fez psicoterapeuta e narradora oral há já uns bons anos. Partilha a vida profissional entre a clínica, a narração, a investigação e a dança, desenvolvendo inúmeras atividades no âmbito da narração oral, mediação de leitura, programação e formação, em contextos e para públicos muito diversos. Participa regularmente em encontros e festivais, dentro e fora de Portugal. Traz na sua bagagem histórias de muitos lugares e tempos, contos tradicionais e de autor, cantigas, histórias de família e casos, de que gosta muito e que mistura aos contos que conta.
JOÃO PAULO OLIVEIRA. De há vinte e cinco anos a esta parte, um cantinho e um violão chegam para ser feliz e interpretar à sua maneira os seus ídolos musicais da música popular portuguesa, brasileira e sul-americana. Tem participado em vários projetos musicais que lhe têm dado muito prazer e poucos aborrecimentos. Gosta de passar a palavra e de acompanhar quem conta um conto e lhe acrescenta um ponto.”
Duração: 60 a 90 minutos | adultos. A entrada é livre.
Algumas imagens deste encontro, da autoria de Carlos Ricardo, encontro que contou com a presença de José Meco à conversa com Joaquim Boiça e Alexandra B. Fernandes:
Conforme se pode ler no jornal Gazeta das Caldas, de 03 de Dezembro de 2024, com referência à actividade da Associação Portuguesa das Cidades e Vilas de Cerâmica (AptCVC):
«Caldas e Alcobaça apresentaram os resultados do 51º Congresso da Academia Internacional de Cerâmica, realizado em setembro nas duas cidades e que “constituíram um importante êxito reconhecido internacionalmente”, explica nota sobre a última assembleia da Associação Portuguesa das Cidades e Vilas de Cerâmica (AptCVC) que decorreu a 15 de novembro, no Redondo. A Assembleia geral “aprovou um voto de louvor a estes membros por aquela realização com aclamação”. Tomar, Miranda do Corvo são os novos membros efetivos da AptCVC. Foram também aprovados os professores José Meco e Vítor Serrão, bem como o diretor executivo do Agrupamento Europeu (AeuCC) e o italiano (AiCC) Giuseppe Olmeti como membros do Conselho Consultivo da Associação. O CEARTE – Centro de Formação Profissional para o Artesanato e Património foi nomeado como membro honorário da AptCVC. O município de Mafra, cujo anterior presidente Helder Sousa e Silva foi eleito deputado europeu, apresentou a proposta de realizar em Bruxelas de 2 a 7 de junho de 2025 um evento da cerâmica portuguesa. Por seu lado, o municípios de Leiria quer integrar a 8ª Exposição Nacional de Olaria daquela cidade, que se realiza em setembro próximo, no plano de atividades desta associação que se destina a promover a cerâmica de Portugal.»
Em mais uma «Conversa Desfiada» a Câmara Municipal de Oeiras, pela mão de Alexandra Fernandes, traz-nos mais uma interessante entrevista, tendo como convidado o arquitecto José Manuel Fernandes.
Foi publicado este mês de janeiro, pela Câmara Municipal de Oeiras, novo episódio do podcast Conversa Desfiada #5 com a colaboração de mais um associado da Espaço e Memória – o arquitecto Rodrigo Dias.
«Este é o seu podcast sobre as vivências e a identidade de Oeiras! O dever de não esquecer é extensível a todo o legado histórico – o trabalho da memória. afirmou o filósofo francês Paul Ricoeur. Partindo duma conversa com memórias e sobre as vivências de Oeiras, pretende-se abordar espaços do nosso património, imaginário coletivo, efemérides e personalidades marcantes que, no seu conjunto, concorrem para a construção da identidade de Oeiras.
Faça parte desta conversa e siga-nos nesta Conversa desfiada! O quinto convidado do Conversa Desfiada é Rodrigo Dias. Uma longa conversa à volta das nossas paisagens naturais e urbanas, sítios e jardins históricos e a paisagem como uma faceta menos conhecida do nosso património. O entusiasmo pela História, pelas Belas Artes e pelos Jardins, traçaram-lhe o caminho para a Arquitetura Paisagista. Rodrigo Alves Dias colaborou com a autarquia de 1979 a 2019, onde se bateu pela defesa e preservação de importantes espaços do nosso património paisagístico.»
Conforme se respiga da apresentação do «podcast» emitido, no corrente mês de Setembro, pela Câmara Municipal de Oeiras e que, com a devida vénia, aqui reproduzimos:
«(…) O dever de não esquecer é extensível a todo o legado histórico – o trabalho da memória. afirmou o filósofo francês Paul Ricoeur. Partindo duma conversa com memórias e sobre as vivências de Oeiras, pretende-se abordar espaços do nosso património, imaginário coletivo, efemérides e personalidades marcantes que, no seu conjunto, concorrem para a construção da identidade de Oeiras. Faça parte desta conversa e siga-nos nesta Conversa desfiada!
O Historiador de Arte José Meco é o nosso convidado desta Conversa Desfiada – um oeirense que cedo despertou o seu interesse e olhar para o património artístico que o rodeia e ao qual tem dedicado grande parte da sua vida a estudá-lo e a valorizá-lo. Tem sido alvo da sua particular atenção e interesse o azulejo, reconhecido internacionalmente como um dos grandes especialistas nesta singular forma de criação artística, mas também noutros domínios. Exerce presentemente a função de vice-presidente da Espaço e Memória – Associação Cultural de Oeiras, onde se tem debatido pela defesa e preservação do património de Oeiras. Um desfiar de histórias e de memórias é a proposta que lhe fazemos».
Divulgamos, também, a opinião do Professor Vítor Serrão sobre José Meco, em comentário ao presente «podcast»:
- Dia 19 de Janeiro, 17H30 – De João Coutinho: Inauguração da exposição de Pintura - Colecção do DINO (João Coutinho), por ocasião das comemorações dos 60 anos do Instituto de Soldadura e Qualidade (ISQ). Local: Taguspark, Avenida Dr. Mário Soares, nº 35, em Porto Salvo. Esta exposição carece de marcação prévia de presença, o que deverá ser feito através do seguinte email: conselhodeadministracao@isq.pt. Esta exposição permanecerá patente ao público até data indeterminada.
Do nosso associado Rogério Pereira, recebemos o seguinte convite, que muito nos apraz registar e para o qual chamamos a vossa melhor atenção:
Nos dias 10 e 24 de Março e 5 de Maio, pelas 10 horas, no Teatro Nova Morada, em Paço de Arcos, terá lugar a apresentação da peça de teatro intitulada «Quando a cabeça não tem juízo – o futuro é que paga», de cujo texto é autor Rogério Pereira com encenação de Nuno Loureiro. Estes espetáculos foram financiados pela CMO no âmbito do Programa EDUCA+.
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